Cantares 4:15 És a fonte dos jardins, poço das águas vivas, que correm do Líbano! Jó 14:7 Porque há esperança para a árvore, que, se for cortada, ainda se renovará, e não cessarão os seus renovos.

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

“Jesus Foi O Messias Anunciado?”

“Jesus Foi O Messias Anunciado?”, Muitos Messias?

Quando Diocleciano abdicou do império de Roma, foi inevitável que acontecesse uma guerra pela sucessão, travada entre Maxêncio e Constantino. Maxêncio tinha a posse de Roma, mas Constantino estava invadindo pela Gália, em 312 d.C. na preparação para a batalha em torno do rio Tibre, Maxêncio consultou os oráculos sibilinos em busca de alguma orientação profética.

O importante oráculo revelou: “Naquele dia, o inimigo de Roma perecerá”. Maxêncio foi para a batalha confiante que o destino de Constantino estava em suas mãos. Contudo, foi ele que pereceu na batalha, revelando-se, assim, “inimigo de Roma”. Entretanto, a profecia se cumpriria de um jeito ou de outro; o fato de a profecia ser propositalmente vaga garantia isso.

Será que as profecias do Antigo Testamento sobre o Messias não são igualmente vagas, de modo que muitos judeus pudessem dizer que são o cumprimento dessa profecia, visto terem atingido uma dada liderança espiritual? Pode realmente parecer verdade se tomaremos as profecias individualmente, pois existem mais de 300 profecias messiânicas no Antigo Testamento.

Porém, se tomadas em conjunto, tais profecias formam uma barreira contra um cumprimento acidental ou um cumprimento posterior ao fato.

300 profecias, um só Messias

Pense em cada uma das 300 profecias como um filtro que barra todo aquele que não atende aos seus requisitos, e, então, você verá o quão improvável é que alguém que não seja o verdadeiro Messias consiga passas por todos os 300 filtros. 

Se você tentar calcular a probabilidade de que alguém, acidentalmente, satisfaça 300 descrições pessoais, você acabará chegando a uma única chance dentro de um número seguido por 125 zeros – uma impossibilidade.

O messias descenderia de Eva (Gn 3.16), de Judá (49.10) e de Davi (2Sm 7.14). Nasceria de uma virgem (Is 7.14) em Belém (Mg 5.2). Entraria em Jerusalém montado num jumento (Zc 9.9). Seria traído por um amigo (Sl 41.9).

Morreria com os ímpios, mas seria enterrado com o rico (Is 53.9,12). Nenhum de seus ossos seria quebrado (Sl 34.20) durante uma morte violenta, em que suas mãos e pés seriam transpassados (Sl 22.16).

Ele clamaria a Deus (Sl 22.1). Durante sua morte, aqueles que estivessem acompanhando esse momento dividiriam suas roupas (Sl 22.18). Ele viria para salvar tanto gentios quanto judeus (Is 49.6). Ele ressuscitaria dos mortos (Sl 16.10).

Jesus, o Messias

Portanto, a resposta é: “Sim, Jesus foi o Messias anunciado”. Mas as profecias dizem mais do que isso sobre ele. Ele compartilhou da natureza divina como Filho de Deus (Sl 2.7) e da natureza humana, como Filho do homem (Gn 3.16).

Como Servo Sofredor, ele cumpriu o destino de Israel ao obedecer aos justos padrões da Lei de Moisés (Is 49.1-3). Ele estabeleceu o novo concerto de Deus com a humanidade (Jr 31.31-34; Mt 26.28).

Ele é o destino e o ponto focal da história (Cl 1.16). Nós aguardamos o seu retorno para o estabelecimento da justiça e da retidão no reino do milênio (Ml 4.1-3; Ap 19.11 – 20.14).

Conheçamos e prossigamos em conhecer o SENHOR: como a alva, será a sua saída; e ele a nós virá como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra. (Oséias 6.3)

É servindo uns aos outros é que nos tornamos livres. www.harmoniacrista.org


Bispo Ribeiro Paiva 

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