Cantares 4:15 És a fonte dos jardins, poço das águas vivas, que correm do Líbano! Jó 14:7 Porque há esperança para a árvore, que, se for cortada, ainda se renovará, e não cessarão os seus renovos.

domingo, 11 de maio de 2014

TRABALHO

O valor do trabalho

O ponto de vista positivo da bíblia quanto ao trabalho está enraizado em seus ensinamentos sobre Deus. Diferentemente de outras escritas religiosas, que falam sobre a criação como sendo algo inferior a dignidade do Ser Supremo, as escrituras descrevem Deus como um trabalhador. Como um trabalhador manual, ele fez o universo como "obra de seus dedos" (Salmos 8:3).
Ele trabalhou com a sua matéria prima assim como um oleiro trabalha com a argila (Isaías 45:9). O Todo Poderoso teve até o seu dia de descanso (Gênesis 2:2-3) e teve a satisfação de ver o trabalho feito no final dos sete dias (1:31). Essa descrição vívida da bíblia de um Deus trabalhador chega ao seu clímax com a encarnação de Jesus. O "trabalho" que foi dado para Jesus fazer (João 4:34) foi, logicamente, a tarefa única da redenção.

No sentido usual da palavra, ele também era um trabalhador. Seus contemporâneos o conheciam como "um carpinteiro" (Marcos 6:3). Nos tempos do Novo Testamento a carpintaria era um trabalho pesado. Então o Jesus que entrou no templo e virou mesas tirando os homens e os animais dali (João 2:14-16), não era um homem fraquinho e sim um trabalhador cujas mãos já tinham sido calejadas pelos anos de trabalho com o machado, o serrote e o martelo.
O trabalho físico duro não estava abaixo da dignidade do Filho de Deus. O trabalho não chegou ao mundo como um resultado direto do pecado (apesar de o pecado ter estragado as condições do trabalho, Gênesis 3:17-19). O trabalho havia sido planejado por Deus desde o começo (Salmos 104:19-23). Com essa ênfase na dignidade e a normalidade do trabalho, não é de se surpreender que as Escrituras condenam fortemente a preguiça. "Vai ter com a formiga, ó preguiçoso, considera os seus caminhos, e sê sábio;" (Provérbios 6:6, RSV).

 Trabalhando Para Cristo
Deus é um Deus trabalhador que se agrada quando o seu povo trabalha duro e conscientemente. Essa convicção está no coração dos ensinamentos bíblicos sobre atitudes cristãs para com trabalhos seculares. E, naturalmente, o Novo Testamento estende a mesma ênfase positiva para cobrir todos os trabalhos cristãos, remunerados ou não.

O mundo é o campo de colheita de Deus, disse Jesus, esperando que os ceifeiros cristãos entrem e evangelizem (Mateus 9:37-38). Paulo usou a mesma ilustração agricultora e ainda complementou (1 Coríntios 3:6-15). Todos os cristãos deveriam se enxergar como "cooperadores de Deus" (3:9).
Fonte: Ilumina

Deus seja louvado

TEMPLO

VISÃO GERAL

O templo é um lugar de adoração. Para os judeus o templo era um lugar para a adoração e para fazer sacrifícios a Deus, a que eles chamavam de Jeová. Em templos pagãos as pessoas adoravam outros deuses e deusas ou ídolos.
Algumas das práticas de adoração nesses templos pagãos eram parecidos com os dos judeus, tais como orar, queimar incenso e dar ofertas e sacrifícios. Mas, algumas adorações dos templos pagãos incluíam sacrifício humano e prostituição, que eram considerados pecado pelos judeus.

Quando os judeus estavam viajando para a terra prometida depois de serem libertados do Egito, eles foram instruídos por Deus a construir um templo móvel que se chamava tabernáculo, para que eles tivessem um lugar para adorar quando eles montassem o acampamento.
Mais tarde, Salomão construiu um templo mais permanente para adorar a Deus. O povo via o tabernáculo e os templos como o lugar onde o Espírito de Deus morava. O templo foi destruído e reconstruído várias vezes ao longo da história. Quando Jesus veio, ele ensinou que o "templo de Deus" era mais que um prédio. Os nossos corpos são templos de Deus (1Co 6.19,20) porque ele vive dentro de nós através da nossa fé em Jesus Cristo.

O significado do templo no velho testamento
O templo em Jerusalém funcionava como o ponto focal da vida hebraica. Apesar de Jeroboão I ter tentado tirar atenção de Jerusalém estabelecendo santuários em Betel e Dã (1 Reis 12:26-30), Jerusalém nunca perdeu o seu significado. Tanto

Ezequias como Josias (reis do sul) tentaram estender a sua reforma para dentro da área das tribos do norte (2 Crônicas 30:1-12; 34:6-7), e Jerusalém era um centro de peregrinação para aquelas áreas mesmo depois de sua destruição (Jeremias 41:5). Os profetas previram o seu destino como o ponto focal de adoração universal (Isaías 2:1-4) O templo era o lugar onde Deus morava entre o seu povo. A presença de Deus simbolizava na glória Shekiná e na coluna de nuvem, era associada com a tenda do encontro (Êxodo 33:9-11), com o tabernáculo (40:34-38) e finalmente com o templo (1 Reis 8:10-11).

O paradoxo é que apesar de Deus ser irrestrito, o templo era considerado como o lugar onde Deus viveria pra sempre (8:13, 27). Deus escolheu Sião, como ele escolheu Davi (Salmos 68:15-18), então o templo era visto como a casa de Deus (27:4).
O significado do templo no novo testamento Cristo e o templo

Cristo mostrou respeito e zelo pelo templo quando expulsou aqueles que faziam daquele lugar um local de comércio. (Mateus 21:12-13; João 2:13-16). Jesus chorou sobre Jerusalém ao se aproximar dela no episódio da entrada triunfal.
Do local de onde ele montou no jumentinho, o Monte das Oliveiras até à porta hoje conhecida como "Portão Dourado"que fica no lado oriental da cidade, Jesus foi aclamado como Rei. Ele foi até o templo onde pregou à multidão como relatam os evangelhos.

A visão profética de Ezequiel no capítulo 43, nos revela o quão significativa a Entrada Triunfal foi e o quão importante o templo era para Jesus, a própria Glória de Deus manifesta naquele local. Ele ensinava lá frequentemente, mas ele se descrevia como sendo "maior que o templo" (Mateus 12:6).
Quando ele foi rejeitado como Messias, apesar de seus milagres, ele previu a destruição inevitável do templo (21:9-15; 24:1-2) como de fato foi destruído pelos romanos em 78 D.C. Cumpriu-se a profecia de Daniel 9:25-26.

O Templo No Apocalipse De João

Em Apocalipse, não há um templo físico, apesar de ele continuar usando a imagem de Jerusalém e do Monte Sião (Apocalipse 3:12; 14:1; 21:2; 10, 22). Ele oferece três ideias relacionadas. Primeiro o conceito da igreja feita de mártires, o qual os seus membros fiéis são templos de Deus (3:12, 14:1).
Esse templo aumenta gradativamente conforme cresce o número de mártires (6:11). Outro aspecto é o templo como o lugar de julgamento (11:19; 14:15; 15:5-16:1). Finalmente, qualquer templo na era moderna é desnecessário, "Nela não vi santuário, porque o seu santuário é o Senhor Deus Todo-Poderoso, e o Cordeiro" (21:22). O estado final será Deus morando com o seu povo - o templo eterno e espiritual.

Fonte: Ilúmina

Deus seja louvado

SOZINHO

Não há melhor hora para servir a Deus do que o presente.

Uma vida sem Deus pode produzir uma velhice amarga, solitária e sem esperança. Uma vida centrada em Deus faz a velhice ser mais satisfatória, pois quando as incapacidades, doenças e deficiências se tornam uma barreira para curtir a vida há a esperança da vida eterna.
Ser jovem é excitante. Mas, isso pode se tornar uma barreira na intimidade com Deus se fizer os jovens focarem nos prazeres da vida ao invés de valores eternos. Deixe a sua força disponível para Deus enquanto ainda é sua - nos anos de sua juventude. Não a despedisse em coisas más ou sem importância que se tornam maus hábitos. Procure Deus agora.

Qual a importância de tempos de solidão?

Leitura Bíblica: Mateus 14:22-36
Versículo Chave: Despedida a multidão, ele subiu ao monte para orar à parte. Ao cair da tarde, estava ali sozinho.. (Mateus 14:23)

Jesus separava um tempo para ficar em silêncio.
Procurar momentos de solidão era uma prioridade importante para Jesus (veja também Mateus 14:13). Ele encontrava um tempo na sua agenda lotada para ficar sozinho com o Pai.

Passar tempo com Deus em oração alimenta um relacionamento vital e nos equipa para enfrentar os desafios e as lutas da vida. Desenvolva a disciplina de ficar um tempo sozinho com Deus - ajudará você a crescer espiritualmente e se tornar cada vez mais parecido com Jesus.
Leitura Bíblica: Lucas 5:12-16

Key Bible Verse: Ele, porém, se retirava para lugares desertos, e orava. (Lucas 5:16)
A Solidão Era Um Hábito Até Mesmo Para Jesus.

As pessoas clamavam para ouvir Jesus pregar e para ter suas doenças curadas, mas Jesus fazia questão de sempre se retirar para lugares solitários e quietos para orar. Muitas coisas clamam pela nossa atenção e frequentemente nós damos atenção a elas.
Assim como Jesus, no entanto, devemos tirar um tempo e ir para um lugar quieto para orar. A força vem de Deus, e nós só podemos obtê-la passando um tempo com ele.

Fonte: ILúmina

Deus seja louvado

SOFRIMENTO

Entendendo o sofrimento

Leitura Bíblica: Mateus 16:21-28
Versículo Chave: Desde então começou Jesus Cristo a mostrar aos seus discípulos que era necessário que ele fosse a Jerusalém, que padecesse muitas coisas dos anciãos, dos principais sacerdotes, e dos escribas, que fosse morto, e que ao terceiro dia ressuscitasse. (Mateus 16:21)
Nem sempre o sofrimento e evitável

Pedro, o amigo de Jesus e seguidor devotado, tentou protegê-lo do sofrimento que tinha sido profetizado. No entanto, se Jesus não tivesse sofrido e morrido, Pedro (e nós) teríamos morrido em seu pecado. Tenha cuidado com conselhos de amigos que dizem, "com certeza Deus não quer que você passe por isso." Geralmente as nossas tentações mais difíceis vêm daqueles que nos amam e tentam nos proteger de todo perigo e desconforto.
Leitura Bíblica: Marcos 9:1-13

Versículo Chave: Respondeu-lhes Jesus: Na verdade Elias havia de vir primeiro, a restaurar todas as coisas; e como é que está escrito acerca do Filho do homem que ele deva padecer muito a ser aviltado? Digo-vos, porém, que Elias já veio, e fizeram-lhe tudo quanto quiseram, como dele está escrito. (Marcos 9:12-13)
Deus não é imune ao sofrimento

Era difícil para os discípulos entenderem a ideia que o seu Messias teria que sofrer. Os judeus que estudaram as profecias do Velho Testamento esperavam que o Messias fosse um grande rei como Davi, que destruiria o seu inimigo, Roma.
Sua visão era limitada ao seu próprio tempo e experiência. Eles não conseguiam entender que os valores do reino eterno de Deus eram diferentes dos valores do mundo. Eles queriam um alívio de seus problemas presente. Mas a libertação do pecado é muito mais importante do que a libertação do sofrimento físico ou opressão política. O nosso entendimento e a nossa apreciação por Jesus tem que ir além o que ele pode fazer por nós aqui e agora.

Leitura Bíblica: João 9:1-41
Versículo Chave: "Perguntaram-lhe os seus discípulos: Rabi, quem pecou, este ou seus pais, para que nascesse cego? Respondeu Jesus: Nem ele pecou nem seus pais; mas foi para que nele se manifestem as obras de Deus."(João 9:2-3)

O sofrimento nem sempre é resultado do pecado
Havia uma crença comum na cultura judaica que dizia que a calamidade e o sofrimento eram resultado de algum grande pecado. No entanto, Jesus usou o sofrimento de um homem para ensinar sobre fé e para glorificar a Deus. Nós vivemos num mundo caído que o bom comportamento nem sempre é recompensado e o mau comportamento não é sempre castigado.

Portanto, às vezes pessoas inocentes sofrem. Se Deus tirasse o sofrimento sempre que pedíssemos, nós o seguiríamos pelo conforto e pela conveniência, e não por amor e devoção. Apesar das razões de nossos sofrimentos, Jesus tem o poder de nos ajudar a lidar com ele.
Quando você sofre de uma doença, uma tragédia ou uma deficiência, tente não perguntar "Porque que isso aconteceu comigo?" ou "O que que eu fiz de errado?" Ao invés disso, peça a Deus para que Ele te dê força para continuar e uma perspectiva mais clara sobre o que esta acontecendo.

Leitura Bíblica: 1tessalonicenses 3:1-8
Versículo Chave: "Pelo que, não podendo mais suportar o cuidado por vós, achamos por bem ficar sozinhos em Atenas, e enviamos Timóteo, nosso irmão, e ministro de Deus no evangelho de Cristo, para vos fortalecer e vos exortar acerca da vossa fé; para que ninguém seja abalado por estas tribulações; porque vós mesmos sabeis que para isto fomos destinados;" (1 Tessalonicenses 3:1-3)

Deus usa o sofrimento
Alguns acreditam que problemas são sempre causados por pecado ou por falta de fé. Julgamentos podem ser uma parte do plano de Deus para aqueles que creem.

Passar por problemas e perseguições pode construir o caráter (Thiago 1:2-4), a paciência (Romanos 5:3-5) e a sensibilidade para com outros que também que também estão encarando problemas (2 Coríntios 1:3-7). Problemas são inevitáveis para o povo de Deus. Seus problemas podem ser um sinal de vivência cristã efetiva.
Deus não espera que nós gostemos do sofrimento

Após somente alguns dias depois de Jesus falar aos seus discípulos que orassem para que eles escapassem da perseguição, Jesus em si pediu a Deus que o livrasse da agonia da cruz, se essa fosse a vontade de Deus (Lucas 22:41-42).
É anormal alguém querer sofrer, mas como seguidores de Jesus nós temos que estar prontos para sofrer se isso for ajudar a construir o reino de Deus. Nós temos duas promessas maravilhosas para nos ajudar enquanto sofremos: Deus sempre estará conosco (Mateus 28:20) e ele um dia nos resgatará e nos dará a vida eterna (Apocalipse 21:1-4).

Leitura Bíblica: Hebreus 2:5-18
Versículo Chave: "Porque naquilo que ele mesmo, sendo tentado, padeceu, pode socorrer aos que são tentados." (Hebreus 2:18)

Através de seu sofrimento, Jesus se identifica completamente conosco
Como que Jesus se aperfeiçoou através do sofrimento? O sofrimento de Jesus o fez um grande líder, ou pioneiro, de nossa salvação. Jesus não precisava sofrer por sua própria salvação, pois ele era Deus na forma de humano. Sua obediência perfeita (que o levou a sofrer) demonstra que ele era o sacrifício completo por nós.

Através do sofrimento Jesus completou-se a obra necessária para a nossa própria salvação. O nosso sofrimento pode nos fazer servos mais sensíveis de Deus. Pessoas que conheceram o sofrimento conseguem ajudar com mais compaixão as pessoas que estão sofrendo. Se você já sofreu, pergunte a Deus como que a sua experiência pode ajudar a ajudar aos outros.

Jesus entende o nosso sofrimento

Saber que Cristo sofreu dor e encarou tentações nos ajuda a encarar os nossos próprios problemas. Jesus entende a nossa luta porque ele as encarou como ser humano. Podemos confiar que Cristo vai nos ajudar a sobreviver o sofrimento e vencer a tentação. Quando você estiver enfrentando problemas, vá a Jesus para conseguir força e paciência. Ele entende suas necessidades e é apto para ajudar (veja Hebreus 4:14-16).
Leitura Bíblica: Hebreus 5:1-10

Versículo Chave: "ainda que era Filho, aprendeu a obediência por meio daquilo que sofreu;" (Hebreus 5:8)
Fonte: Ilúmina

Deus seja louvado

SANTIDADE

Santidade é o principal atributo de Deus e uma qualidade a ser desenvolvida em seus seguidores. "Santidade" e o adjetivo "santo" aparecem muitas vezes na Bíblia. No Velho Testamento, a primeira palavra para santidade significa cortar ou separar. Fundamentalmente, santidade é um corte ou separação de algo impuro e consagração ao que é puro.

Santidade no velho testamento

No Velho Testamento, santidade, quando aplicada a Deus, se refere ao seu domínio sobre a Criação e à perfeição moral de Seu caráter. Deus é santo na medida em que Ele é completamente distinto da sua criação e exerce soberana majestade e poder sobre ela.
Sua santidade é um tema de vulto nos Salmos (Salmo 47:8) e nos Profetas (Ezequiel 39:7), onde "santidade" emerge como sinônimo para o Deus de Israel. As Escrituras dão a Deus os títulos "Santo" (Isaías 57:15), "o que é Santo" (Jó 6:10; Isaías 43:15) e "Santo de Israel" (Salmo 89:18; Isaías 60:14).

No Velho Testamento, santidade de Deus significa que o Senhor é separado de tudo que é mal e corrompido (Jó 34:10). Seu caráter santo é o padrão de absoluta perfeição moral (Isaías 5:16). A santidade de Deus - sua majestade transcendente e pureza de caráter - é habilmente apresentada no Salmo 99. Os versos 1-3 retratam a distância de Deus das coisas terrenas, e 4-5 enfatizam sua separação do pecado e do mal.
Também no Velho Testamento Deus ordenou santidade nas vidas das pessoas. Através de Moisés, Deus disse a Israel, "Santos sereis, porque eu, o Senhor vosso Deus, sou santo." (Levítico 19:2). A santidade descrita no Velho Testamento tem dois sentidos:

1. Exterior ou cerimonial

2. Interior ou moral e espiritual

A santidade cerimonial do Velho Testamento descrita no Pentateuco (os cinco primeiros livros do Velho Testamento) incluía rituais de dedicação ao serviço de Deus. Assim sacerdotes e levitas eram santificados por um ritual complexo (Êxodo 29:1), como foram os hebreus nazireus (Números 6:1-21). Profetas como Eliseu (II Reis 4:9) e Jeremias (Jeremias 1:5) também foram santificados para um ministério profético especial em Israel.
Mas o Velho Testamento também dirige atenção para os aspectos íntimos, morais e espirituais da santidade. Homens e mulheres, criados à imagem de Deus, são chamados a cultivar a santidade do caráter de Deus nas suas próprias vidas (Levítico 19:2). No Novo Testamento a santidade cerimonial proeminente no Pentateuco passa para um segundo plano.

Muito do Judaísmo no tempo de Jesus procurava a santidade cerimonial pelas obras (Marcos 7:1-5), logo o Novo Testamento enfatiza a dimensão ética da santidade em vez da dimensão externa. (Marcos 7:6-12). Com a vinda do Espírito Santo, a igreja primitiva percebeu que a santidade da vida era uma realidade interna profunda que deveria governar as atitudes e pensamentos de um indivíduo em relação a pessoas e objetos do mundo exterior.
Santidade no novo testamento

A palavra grega usada no Novo Testamento equivalente à hebraica para santidade significa um estado interior de liberdade de falha moral e relativa harmonia com a perfeição moral de Deus. A expressão "semelhança de Deus" contém o sentido da palavra original grega para santidade.
Há uma outra palavra grega que descreve o conceito de santidade dominante no Velho Testamento como separação exterior do mundo e dedicação ao serviço de Deus.

Porque os escritores do Novo Testamento assumiram o retrato de deidade do Velho Testamento, santidade é atribuída a Deus em poucos de seus textos. Jesus afirmou a natureza ética de Deus quando ensinou seus discípulos a orar que o nome do Pai deve ser honrado pelo que Ele é, "Santificado seja o teu nome" (Mateus 6:9).
No livro do Apocalipse a perfeição moral do Pai é descrita com a atribuição tríplice de santidade emprestada de Isaías: "Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus Todo-poderoso, aquele que era, que é e que há de vir." (Apocalipse 4:8). Lucas, entretanto, contemplou a santidade de Deus nos termos do conceito dominante no Velho Testamento de Sua transcendência e majestade (Lucas 1:49).

Fonte: Ilúmina

Deus seja louvado