Cantares 4:15 És a fonte dos jardins, poço das águas vivas, que correm do Líbano! Jó 14:7 Porque há esperança para a árvore, que, se for cortada, ainda se renovará, e não cessarão os seus renovos.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

“A Fé Sem As Obras”

Meus irmãos, que aproveita se alguém disser que tem fé e não tiver as obras? Porventura, a fé pode salvá-lo?  (Tg 2.14-26 ).

A recomendação das Palavras que Jesus dirige aos escribas e fariseus (Mt 23.3-5) e a seus discípulos (Mt 5.16) serve a Tiago para resolver o problema dos que acreditam serem os campeões da fé, mas não dão testemunho da fé com as obras.

Empregando o recurso literário da diatribe, que consiste na presença de um interlocutor imaginário, o texto começa com uma pergunta retórica que introduz o tema da fé e das obras.

A misericórdia (Tg 2.13) se concretiza por meio das obras; mas nesse caso não se trata das “obras da lei”, em linha com a teologia paulina (Rm 3.20,27-28; Gl 2.16; 3.2,5,10), e sim de obras de misericórdia com os mais pobres e necessitados.

Embora Tiago pareça preocupar-se com certo abuso na interpretação paulina da justificação pela fé (Rm 3.28; Gl 2.16), sua preocupação maior continua sendo a realidade de muitos cristãos que se vangloriam de ser homens e mulheres de fé, mas de uma fé vazia, estéril e passiva que não gera compromissos de misericórdia.

Recorrendo novamente ao gênero literário da diatribe Th 2.18, Tiago quer deixar claro que a fé e as obras devem caminhar juntas, e que nenhuma está acima da outra.

O fato de que se ressalte mais as obras não se devem, a que sejam mais importantes que a fé, mas sim à conjuntura do momento, caracterizada por comunidades adormecidas sobre seus triunfos. 

Isso é ilustrado com Abraão e Raab, dois personagens do AT que demonstraram sua fé com obras concretas.

Para Tiago a fé simboliza o corpo, e as obras, o Espirito que dá vida. Uma fé sem obras é um corpo sem vida.
Conheçamos e prossigamos em conhecer o SENHOR: como a alva, será a sua saída; e ele a nós virá como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra. Oseias 6.3
É servindo uns aos outros é que nos tornamos livres. www.harmoniacrista.org

 Bispo Ribeiro Paiva

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

“Semeadura E Colheita”

Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; Porque o que semeia na sua carne da carne ceifará a corrupção; mas o que semeia no Espírito do Espírito ceifará a vida eterna. (Gl 6.8)

Este é u princípio inexorável das leis de Deus. Muitas pessoas ficam confusas quando aceitam a Jesus Cristo, pois não entendem porque ainda têm problemas com seus filhos. Esses problemas foram semeados na infância, antes de seus pais aceitarem a Jesus Cristo, e o princípio da colheita devem ser bem praticados.

O tempo da colheita somente pode ser abreviado se nos entregamos mais a Jesus Cristo. A manifestação demoníaca tem frequentemente ocorrido por causa do tipo de semeadura que está sendo efetuada.

Daí a necessidade de discernimento de espíritos e da expulsão. Satanás é um legalista:  Jesus nos disse em Efésios: nos diz: “Não deis lugar ao Diabo”. (Ef 4.27). Ao cedermos lugar para o diabo em nossas vidas, ele entra e toma posse no lugar que deveria ser templo do Espírito Santo. Esta é a grande causa da manifestação demoníaca.

Por isso, devemos andar em santidade e justiça, e inculpáveis diante de Deus.  A quebra de maldição só será quebrada se houver um verdadeiro arrependimento na vida daquele que se aproximou de Jesus, quebrando essa maldição. Êx 20.5)

A sua geração passa a ser bendita conforme o texto: Sê, pois, agora servido de abençoar a casa de teu servo, para permanecer para sempre diante de ti, pois tu, ó Senhor JEOVÁ, o disseste; e com a tua bênção será sempre bendita a casa de teu servo. 2 Samuel 7:29;   Is 61:9.

O “arrependimento” desse homem era banal demais. Arrependimento verdadeiro é uma coisa rara, até mesmo na Bíblia. Em nosso texto, Davi disse a Natã: “pequei...” Essas palavras (ou suas equivalentes) podem ser encontradas em outros lugares das Escrituras, mas nem sempre com a mesma sinceridade. Faraó, por exemplo, disse duas vezes a Moisés: “pequei...” (ver Êx 9:27, 10:16-17).

É óbvio que seu arrependimento não era sincero. Balaão foi interceptado pelo Anjo de Deus quando ia ao encontro de Balaque, mas ao perceber que por pouco tinha escapado da morte nas mãos do Anjo, ele exclamou: “pequei...” (Nm 22:34).

Outros textos bíblicos posteriores nos informam que esse arrependimento também era falso. Judas, o traidor de nosso Senhor, confessou seu pecado, mas também não se arrependeu realmente (Mt 27:4). Portanto, podemos concluir que dizer simplesmente “pequei” não significa que o arrependimento seja genuíno. 

Certamente esse era também o tipo de arrependimento de muita gente que procurou João Batista para ser batizada: 

João Batista falava sobre o verdadeiro arrependimento porque via muitas pessoas cujo “arrependimento” estava longe de ser sincero. Atualmente, essa questão também é muito pertinente.

É bem verdade que alguns se excedem e estabelecem suas próprias exigências legalistas como único “fruto digno de arrependimento”. Por outro lado, alguns ensinam que o arrependimento é simplesmente uma questão de “concordar com Deus”. Essa definição, no entanto, resulta em uma mera assunção de culpa, de forma a minimizar o peso e o horror do pecado, levando a pessoa a repeti-lo.

Além disso, vemos as confissões chorosas dos tele evangelistas e de outros líderes proeminentes ditos cristãos e nos perguntamos se eles estão verdadeiramente arrependidos. Creio que o sentimento de Davi é genuíno e nos dá um exemplo do verdadeiro arrependimento.

“Então, ia ter com ele Jerusalém, e toda a Judéia, e toda a província adjacente ao Jordão; e eram por ele batizados no rio Jordão, confessando os seus pecados. E, vendo ele muitos dos fariseus e dos saduceus que vinham ao seu batismo, dizia-lhes: Raça de víboras, quem vos ensinou a fugir da ira futura?”

“Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento e não presumais de vós mesmos, dizendo: Temos por pai a Abraão; porque eu vos digo que mesmo destas pedras Deus pode suscitar filhos a Abraão. E também, agora, está posto o machado à raiz das árvores; toda árvore, pois, que não produz bom fruto é cortada e lançada no fogo”. (Mateus 3:5-9)

Muitos prostram diante de Deus até no sentido se humilhação e arrependimento, muitos até derramam lagrimas, mais quando diante de conflitos ele deixa manifestar o velho homem novamente, jogando por terra todo o sacrifício que outrora fez diante de Deus.

Sabe, uma pessoa morta uma vez, sempre morta, ela não pode tornar da sepultura para continuar trazendo seus malefícios, derramando seu fel a todos que compartilha a vida do seu lado. Caso isso esteja acontecendo ainda a sua vida está sobre a maldição, e não houver um verdadeiro arrependimento. Que quebrasse essa maldição.

Mudança não se mostra falando e sim em obra e em atitudes de uma vida restaurada das cinzas, o batismo é sepultamento, e há sempre um novo nascimento, é possível uma pessoa manter santificada partir da li, se não se envolver com o velho homem que outrora foi sepultado.

O envolvimento com ocultismo, como já dissemos, um envolvimento anterior ou atual com ocultismo de nossa parte, ou da parte de nossas gerações anteriores, certamente dará lugar a manifestações demoníacas, às vezes, possuímos objetos relacionados com ocultismo em nossas casas e isso é abominação aos olhos de Deus.

“Não meterás, pois, abominação em tua casa, para que não sejas anátema, assim como ela; de todo a detestarás e de todo a abominarás, porque anátema é.” (pois amaldiçoada é) (Dt 7.26).

Colher o que plantamos isso é um assunto muito sério devemos repensar  nossas atitudes, pois aquilo que é prazeroso agora, no final poderá ser mais amargo que a morte, muitos desejam até a morte em momento extremo de sua vida, a vida é feita de escolhas, e Deus não interfere em nossas escolhas, faça a sua escolha e desfrute do favor de Deus.
 Conheçamos e prossigamos em conhecer o SENHOR: como a alva, será a sua saída; e ele a nós virá como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra. Oseias 6.3
É servindo uns aos outros é que nos tornamos livres. www.harmoniacrista.org

 Bispo Ribeiro Paiva

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Como Os Demônios Entram Nos Corpos?

Existem vários modos e diferentes meios pelos quais os demônios entram nas pessoas. Posso alistar alguns:

Hereditariedade. As Escrituras dizem que a iniquidade dos pais será visitada nos filhos “até a terceira e quarta geração” Êxodo 20.5

No ocultismo e em outras práticas pecaminosas, os espíritos de iniquidade dos ancestrais podem entrar nas gerações subsequentes até que haja um arrependimento verdadeiro e uma ordem para que o demônio saia.

Aquela geração pode ser afligida mesmo se as pessoas voltarem seus corações para Jesus Cristo. E por isso que o dom do discernimento e o ministério de libertação são necessários no corpo de Cristo.

É importante lembrarmos que ... “Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós; porque está escrito: maldito todo aquele que foi pendurado no madeiro”. Gal 3.13.

É necessário que apossemos do que Jesus fez por nós. Por esta razão, as pessoas devem ser encorajadas a exercitarem sua vontade própria. Urge que acreditem que fora libertas da maldição da lei. Desse modo, é preciso usar de autoridade sobre os espíritos hereditários ou familiares que perseguem as pessoas.

Mas é preciso apossar-se da quebra da maldição e reconhecer realmente que Deus as libertou. Isso só será possível se houver um verdadeiro arrependimento.

Nossa caminhada com Jesus Cristo não é intelectual, mas sim um ato de fé; e precisamos nos apossar pela fé de tudo o que Jesus já fez por nós.

A desobediência por parte dos pais acontece quando o pai, em especial o pai, não segue a Jesus Cristo, neste caso, o lar fica sujeito a ataques demoníacos e os filhos podem crescer rebeldes.

Se não há qualquer ensinamento da Palavra de Deus em casa, então não existem valores absolutos, e na medida em que os filhos crescem, não há quem os impeça de aderirem a todos os tipos de práticas sexuais e outras práticas que trazem demônios para o lar.

Os pais que encorajam seus filhos a fumarem ou a beberem podem leva-los a dependência dos vícios e causar-lhes a opressão demoníaca.

Neste caso, também uma vez que o espirito do medo teve a permissão de entrar no casamento, as crianças podem ficar cheias de medo e os espíritos de medo podem entrar nelas acarretando-lhes aflições físicas, como a asma, por exemplo.

A prática crescente do maltrato aos filhos permite a entrada de demônios. Quando a criança cresce o suficiente para reconhecer o que está acontecendo, ela frequentemente não terá a capacidade de perdoar, o que provoca a incursão de espíritos não perdoadores.

Muitas vezes, os demônios entram durante a gravidez ou no ato do nascimento. Os demônios podem facilmente entrar num feto quando ocorre um choque, medo ou trauma da mãe, em especial quando há desacordo entre os pais. Recentemente orei por um pastor que havia vivenciado um grande problema envolvendo violência e luxúria.

E o demônio finalmente se manifestou; evidentemente entrou durante a gestação de sua mãe. Os pais se divorciaram poucos anos o nascimento da criança, mas o transtorno já havia sido feito. E essa pessoa havia carregado os espíritos de violência e luxúria por toda vida até à meia-idade, quando então foi liberta.

Os espíritos de rejeição ou de aborto entram geralmente durante a gravidez, quando a mãe se sente rejeitada, ou rejeita o próprio filho, isto se torna efetivo se a mãe deseja abortar a criança.

Esses espíritos imundos podem penetrar na criança antes de seu nascimento e permanecer nela durante sua vida. Uma vez que o espirito de rejeição entra, pode trazer consigo muitos outros espíritos. Essa área deve ser explorada com frequência. O fato de a mãe ser crente é de uma importância  vital, pois seu arrependimento pelos pecados antigos anula o espirito imundo que está na criança ou no jovem.

Entretanto, quer a mãe seja uma crente renovada ou não, o espirito maligno pode ainda se expulso através de uma oração fervorosa e do arrependimento sincero.

Uma forma efetiva de libertação pode ser feita ao pedirmos a pessoa para citar  Efésios 1.6-7,  enfatizando que a pessoa é aceita no amado. Se realmente o disser confessando e crendo nessas palavras, podemos então levar a pessoa a declarar que também aceita a si mesma.

Deste modo, o aprisionamento causado pela rejeição é rompido. É importante também lembrar o que está escrito no Evangelho de João:  “Àqueles a quem perdoardes lhe são perdoados: e aqueles a quem retiverdes lhe são retidos”. João 20.23.

Essa passagem tem um poderoso significado nesta área,  pois enfatiza que se retivermos os pecados de outras pessoas estes nos afetarão; porém se os esquecermos eles não mais terão poder sobre nós.

Esses espíritos podem permanecer inativos por muitos anos antes de se manifestarem; porem, nas circunstâncias atuais, com a crescente separação de casais e pessoas vivendo juntas e tendo filhos ilicitamente, devemos esperar por uma grande expansão das atividades demoníacas entre nossos jovens.

Através do pecado já mencionamos, Tiago 1.14, que fala: “Mas cada um é tentado, quando é atraído e engodado pela sua própria concupiscência”.

Estou cada dia mais certo de que por detrás de cada pecado, existe em espirito maligno e se continuarmos com o pecado, consequentemente nos abriremos para esse espirito. Isto é bem claro, no caso da masturbação, da luxúria, e de muitas outras formas de atividades que crescem a ponto de nos aprisionar.

Ouçamos o que Jesus diz: “Eu, porém, vos digo que qualquer que atentar numa mulher para cobiçá-la já em seu coração cometeu adultério com ela”. “Portanto, se o teu olho direito te escandalizar, arranca-o e atira-o para longe de ti, pois te é melhor que se perca um dos teus membros do que todo o teu corpo seja lançado no inferno.” Mat 5.28-29.

Devemos ser cuidados para não permitimos que os espíritos malignos entrem pela “porta” de nossos olhos, ou de nossos ouvidos, a fim de que, a nossa vida interior fique fora de ordem. Caso contrário, permitiremos que as forças espirituais entrem nela. Por esta razão, Jesus chamou atenção para o fato de que um simples olhar com intenção de adultério faz com que adulteremos em nosso coração.

Se permitirmos a entrada desses espirito em nosso coração, estaremos dando lugar ao ataque do inimigo, como Paulo falou: “Destruindo os conselhos e toda altivez que se levanta contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo entendimento à obediência de Cristo”, II Co 10.5.

Devemos então manter nossos pensamentos e atitudes puras, e conceber a nossos membros como instrumentos de retidão.

Conheçamos e prossigamos em conhecer o SENHOR: como a alva, será a sua saída; e ele a nós virá como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra. Oseias 6.3

É servindo uns aos outros é que nos tornamos livres. www.harmoniacrista.org


 Bispo Ribeiro Paiva