Cantares 4:15 És a fonte dos jardins, poço das águas vivas, que correm do Líbano! Jó 14:7 Porque há esperança para a árvore, que, se for cortada, ainda se renovará, e não cessarão os seus renovos.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

“Semeadura E Colheita”

Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; Porque o que semeia na sua carne da carne ceifará a corrupção; mas o que semeia no Espírito do Espírito ceifará a vida eterna. (Gl 6.8)

Este é u princípio inexorável das leis de Deus. Muitas pessoas ficam confusas quando aceitam a Jesus Cristo, pois não entendem porque ainda têm problemas com seus filhos. Esses problemas foram semeados na infância, antes de seus pais aceitarem a Jesus Cristo, e o princípio da colheita devem ser bem praticados.

O tempo da colheita somente pode ser abreviado se nos entregamos mais a Jesus Cristo. A manifestação demoníaca tem frequentemente ocorrido por causa do tipo de semeadura que está sendo efetuada.

Daí a necessidade de discernimento de espíritos e da expulsão. Satanás é um legalista:  Jesus nos disse em Efésios: nos diz: “Não deis lugar ao Diabo”. (Ef 4.27). Ao cedermos lugar para o diabo em nossas vidas, ele entra e toma posse no lugar que deveria ser templo do Espírito Santo. Esta é a grande causa da manifestação demoníaca.

Por isso, devemos andar em santidade e justiça, e inculpáveis diante de Deus.  A quebra de maldição só será quebrada se houver um verdadeiro arrependimento na vida daquele que se aproximou de Jesus, quebrando essa maldição. Êx 20.5)

A sua geração passa a ser bendita conforme o texto: Sê, pois, agora servido de abençoar a casa de teu servo, para permanecer para sempre diante de ti, pois tu, ó Senhor JEOVÁ, o disseste; e com a tua bênção será sempre bendita a casa de teu servo. 2 Samuel 7:29;   Is 61:9.

O “arrependimento” desse homem era banal demais. Arrependimento verdadeiro é uma coisa rara, até mesmo na Bíblia. Em nosso texto, Davi disse a Natã: “pequei...” Essas palavras (ou suas equivalentes) podem ser encontradas em outros lugares das Escrituras, mas nem sempre com a mesma sinceridade. Faraó, por exemplo, disse duas vezes a Moisés: “pequei...” (ver Êx 9:27, 10:16-17).

É óbvio que seu arrependimento não era sincero. Balaão foi interceptado pelo Anjo de Deus quando ia ao encontro de Balaque, mas ao perceber que por pouco tinha escapado da morte nas mãos do Anjo, ele exclamou: “pequei...” (Nm 22:34).

Outros textos bíblicos posteriores nos informam que esse arrependimento também era falso. Judas, o traidor de nosso Senhor, confessou seu pecado, mas também não se arrependeu realmente (Mt 27:4). Portanto, podemos concluir que dizer simplesmente “pequei” não significa que o arrependimento seja genuíno. 

Certamente esse era também o tipo de arrependimento de muita gente que procurou João Batista para ser batizada: 

João Batista falava sobre o verdadeiro arrependimento porque via muitas pessoas cujo “arrependimento” estava longe de ser sincero. Atualmente, essa questão também é muito pertinente.

É bem verdade que alguns se excedem e estabelecem suas próprias exigências legalistas como único “fruto digno de arrependimento”. Por outro lado, alguns ensinam que o arrependimento é simplesmente uma questão de “concordar com Deus”. Essa definição, no entanto, resulta em uma mera assunção de culpa, de forma a minimizar o peso e o horror do pecado, levando a pessoa a repeti-lo.

Além disso, vemos as confissões chorosas dos tele evangelistas e de outros líderes proeminentes ditos cristãos e nos perguntamos se eles estão verdadeiramente arrependidos. Creio que o sentimento de Davi é genuíno e nos dá um exemplo do verdadeiro arrependimento.

“Então, ia ter com ele Jerusalém, e toda a Judéia, e toda a província adjacente ao Jordão; e eram por ele batizados no rio Jordão, confessando os seus pecados. E, vendo ele muitos dos fariseus e dos saduceus que vinham ao seu batismo, dizia-lhes: Raça de víboras, quem vos ensinou a fugir da ira futura?”

“Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento e não presumais de vós mesmos, dizendo: Temos por pai a Abraão; porque eu vos digo que mesmo destas pedras Deus pode suscitar filhos a Abraão. E também, agora, está posto o machado à raiz das árvores; toda árvore, pois, que não produz bom fruto é cortada e lançada no fogo”. (Mateus 3:5-9)

Muitos prostram diante de Deus até no sentido se humilhação e arrependimento, muitos até derramam lagrimas, mais quando diante de conflitos ele deixa manifestar o velho homem novamente, jogando por terra todo o sacrifício que outrora fez diante de Deus.

Sabe, uma pessoa morta uma vez, sempre morta, ela não pode tornar da sepultura para continuar trazendo seus malefícios, derramando seu fel a todos que compartilha a vida do seu lado. Caso isso esteja acontecendo ainda a sua vida está sobre a maldição, e não houver um verdadeiro arrependimento. Que quebrasse essa maldição.

Mudança não se mostra falando e sim em obra e em atitudes de uma vida restaurada das cinzas, o batismo é sepultamento, e há sempre um novo nascimento, é possível uma pessoa manter santificada partir da li, se não se envolver com o velho homem que outrora foi sepultado.

O envolvimento com ocultismo, como já dissemos, um envolvimento anterior ou atual com ocultismo de nossa parte, ou da parte de nossas gerações anteriores, certamente dará lugar a manifestações demoníacas, às vezes, possuímos objetos relacionados com ocultismo em nossas casas e isso é abominação aos olhos de Deus.

“Não meterás, pois, abominação em tua casa, para que não sejas anátema, assim como ela; de todo a detestarás e de todo a abominarás, porque anátema é.” (pois amaldiçoada é) (Dt 7.26).

Colher o que plantamos isso é um assunto muito sério devemos repensar  nossas atitudes, pois aquilo que é prazeroso agora, no final poderá ser mais amargo que a morte, muitos desejam até a morte em momento extremo de sua vida, a vida é feita de escolhas, e Deus não interfere em nossas escolhas, faça a sua escolha e desfrute do favor de Deus.
 Conheçamos e prossigamos em conhecer o SENHOR: como a alva, será a sua saída; e ele a nós virá como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra. Oseias 6.3
É servindo uns aos outros é que nos tornamos livres. www.harmoniacrista.org

 Bispo Ribeiro Paiva

Nenhum comentário:

Postar um comentário