Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; Porque
o que semeia na sua carne da carne ceifará a corrupção; mas o que semeia no
Espírito do Espírito ceifará a vida eterna. (Gl 6.8)
Este é u princípio inexorável das leis de Deus.
Muitas pessoas ficam confusas quando aceitam a Jesus Cristo, pois não entendem
porque ainda têm problemas com seus filhos. Esses problemas foram semeados na
infância, antes de seus pais aceitarem a Jesus Cristo, e o princípio da
colheita devem ser bem praticados.
O tempo da colheita somente pode ser abreviado se
nos entregamos mais a Jesus Cristo. A manifestação demoníaca tem frequentemente
ocorrido por causa do tipo de semeadura que está sendo efetuada.
Daí a necessidade de discernimento de espíritos e
da expulsão. Satanás é um legalista: Jesus nos disse em Efésios: nos
diz: “Não deis lugar ao Diabo”. (Ef 4.27). Ao cedermos lugar para o diabo em
nossas vidas, ele entra e toma posse no lugar que deveria ser templo do
Espírito Santo. Esta é a grande causa da manifestação demoníaca.
Por isso, devemos andar em santidade e justiça, e
inculpáveis diante de Deus. A quebra de maldição só será quebrada se
houver um verdadeiro arrependimento na vida daquele que se aproximou de Jesus,
quebrando essa maldição. Êx 20.5)
A sua geração passa a ser bendita conforme o texto:
Sê, pois, agora servido de abençoar a casa de teu servo, para permanecer para
sempre diante de ti, pois tu, ó Senhor JEOVÁ, o disseste; e com a tua bênção
será sempre bendita a casa de teu servo. 2 Samuel 7:29; Is
61:9.
O “arrependimento” desse homem era banal demais.
Arrependimento verdadeiro é uma coisa rara, até mesmo na Bíblia. Em nosso
texto, Davi disse a Natã: “pequei...” Essas palavras (ou suas
equivalentes) podem ser encontradas em outros lugares das Escrituras, mas nem
sempre com a mesma sinceridade. Faraó, por exemplo, disse duas vezes a Moisés:
“pequei...” (ver Êx 9:27, 10:16-17).
É óbvio que seu arrependimento não era sincero.
Balaão foi interceptado pelo Anjo de Deus quando ia ao encontro de Balaque, mas
ao perceber que por pouco tinha escapado da morte nas mãos do Anjo, ele
exclamou: “pequei...” (Nm 22:34).
Outros textos bíblicos posteriores nos informam que
esse arrependimento também era falso. Judas, o traidor de nosso Senhor,
confessou seu pecado, mas também não se arrependeu realmente (Mt 27:4).
Portanto, podemos concluir que dizer simplesmente “pequei” não significa que o
arrependimento seja genuíno.
Certamente esse era também o tipo de arrependimento
de muita gente que procurou João Batista para ser batizada:
João Batista falava sobre o verdadeiro
arrependimento porque via muitas pessoas cujo “arrependimento” estava longe de
ser sincero. Atualmente, essa questão também é muito pertinente.
É bem verdade que alguns se excedem e estabelecem
suas próprias exigências legalistas como único “fruto digno de
arrependimento”. Por outro lado, alguns ensinam que o arrependimento é
simplesmente uma questão de “concordar com Deus”. Essa definição, no entanto,
resulta em uma mera assunção de culpa, de forma a minimizar o peso e o horror
do pecado, levando a pessoa a repeti-lo.
Além disso, vemos as confissões chorosas dos tele
evangelistas e de outros líderes proeminentes ditos cristãos e nos perguntamos
se eles estão verdadeiramente arrependidos. Creio que o sentimento de Davi é
genuíno e nos dá um exemplo do verdadeiro arrependimento.
“Então, ia ter com ele Jerusalém, e
toda a Judéia, e toda a província adjacente ao Jordão; e eram por ele batizados
no rio Jordão, confessando os seus pecados. E, vendo ele muitos dos fariseus e
dos saduceus que vinham ao seu batismo, dizia-lhes: Raça de víboras, quem vos
ensinou a fugir da ira futura?”
“Produzi, pois, frutos dignos de
arrependimento e não presumais de vós mesmos, dizendo: Temos por pai a Abraão;
porque eu vos digo que mesmo destas pedras Deus pode suscitar filhos a Abraão.
E também, agora, está posto o machado à raiz das árvores; toda árvore, pois,
que não produz bom fruto é cortada e lançada no fogo”. (Mateus 3:5-9)
Muitos prostram diante de Deus até no sentido se
humilhação e arrependimento, muitos até derramam lagrimas, mais quando diante
de conflitos ele deixa manifestar o velho homem novamente, jogando por terra
todo o sacrifício que outrora fez diante de Deus.
Sabe, uma pessoa morta uma vez, sempre morta, ela
não pode tornar da sepultura para continuar trazendo seus malefícios, derramando
seu fel a todos que compartilha a vida do seu lado. Caso isso esteja
acontecendo ainda a sua vida está sobre a maldição, e não houver um verdadeiro
arrependimento. Que quebrasse essa maldição.
Mudança não se mostra falando e sim em obra e em atitudes
de uma vida restaurada das cinzas, o batismo é sepultamento, e há sempre um
novo nascimento, é possível uma pessoa manter santificada partir da li, se não
se envolver com o velho homem que outrora foi sepultado.
O envolvimento com ocultismo, como já dissemos, um
envolvimento anterior ou atual com ocultismo de nossa parte, ou da parte de
nossas gerações anteriores, certamente dará lugar a manifestações demoníacas,
às vezes, possuímos objetos relacionados com ocultismo em nossas casas e isso é
abominação aos olhos de Deus.
“Não meterás, pois, abominação em tua
casa, para que não sejas anátema, assim como ela; de todo a detestarás e de
todo a abominarás, porque anátema é.” (pois amaldiçoada é) (Dt 7.26).
Colher o que plantamos isso é um assunto muito
sério devemos repensar nossas atitudes, pois aquilo que é prazeroso
agora, no final poderá ser mais amargo que a morte, muitos desejam até a morte
em momento extremo de sua vida, a vida é feita de escolhas, e Deus não
interfere em nossas escolhas, faça a sua escolha e desfrute do favor de Deus.
Conheçamos e prossigamos em conhecer o SENHOR: como a alva, será a sua
saída; e ele a nós virá como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra.
Oseias 6.3
Bispo Ribeiro Paiva
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