Cantares 4:15 És a fonte dos jardins, poço das águas vivas, que correm do Líbano! Jó 14:7 Porque há esperança para a árvore, que, se for cortada, ainda se renovará, e não cessarão os seus renovos.

sábado, 3 de dezembro de 2016

“A Segunda Vinda De Cristo”

A segunda vinda, também chamada de segundo advento, é o retorno de Jesus, com seu exército de anjos e com os crentes arrebatados, para destruir as forças que se armaram contra Deus e para libertar o povo judeu (Ap 19.11-21; Ez 38.8 – 39.8).

Jesus destruirá totalmente as tropas reunidas contra ele e lançara a besta e o falso profeta no lago de fogo (Ap 19.19-21). Satanás será confirmado num abismo por 1.000 anos – o período completo do milênio (Ap 20.1-3).

Aqueles que ainda estiverem vivos no final da tribulação serão julgados por Cristo. Ele permitirá que aqueles que creram nele entrem no reino do milênio, mas aqueles que não confiaram nele receberão punição eterna (Mt 25).

Aqueles que creram em Deus no período do Antigo Testamento e aqueles que confiaram em Cristo durante a tribulação e foram martirizados ou morreram de alguma outra forma serão ressuscitados (Ap20.4; Dn 12.1-2). 

A expressão “teu povo” presente em Daniel 12.1-2 é uma referência a Israel. Os “muitos” que despertam para a “vida eterna” são aquele que tinha seus nomes escritos “no livro”. Durante o milênio, esses homens e essas mulheres reinarão na terra com Cristo e sua Igreja (aqueles que creram em Cristo no período que vai do dia de Pentecostes até o dia do arrebatamento).

O dia e a hora exatos da vinda de Cristo não serão conhecidos (Mt 24.36-38), mas haverá sinais que deverão ocorrer antes da segunda vinda, os quais indicarão o tempo aproximado (Mt 24.5-8,9-12):
·         Muitos dirão ser cristo
·         Guerras e rumores de guerras
·         Fome
·         Peste
·         Terremotos
·         O povo judeu entregue à tribulação e à morte
·         Muitos serão escandalizados
·         Muitos trairão uns aos outros
·         Muitos aborrecerão uns aos outros
·         O surgimentos e o sucesso de falsos profetas
·         A iniquidade será abundante
·         O amor dos homens por Deus se esfriará

Todos os vivos verão a Cristo em seu retorno. “Eis que vem com as nuvens, e todo olho o verá, até os mesmos que o transpassaram; e todas as tribos da terra se lamentarão sobre ele. Sim! Amém!” (Ap 1.7).

Ele virá num tempo de relativa normalidade para a maioria das pessoas: elas serão prósperas, seguras e estarão despreparadas porque optaram por ignorar os sinais do evangelho. “E, como aconteceu nos dias de Noé, assim será também nos dias de Filho do Homem.

Comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, e veio o dilúvio e consumiu a todos. Como também da mesma maneira aconteceu nos dias de Ló: comiam, bebiam, compravam, vendiam, plantavam e edificavam. Mas, no dia em que Ló saiu de Sodoma, choveu do céu fogo e enxofre, consumindo a todos.

Assim será no dia em que o Filho do Homem se há de manifestar” (Lc 17.26-30; Mt 24.37-38. Ez 16.49). Em sua segunda vinda, Cristo realizará o juízo. “E destes profetizou também Enoque, o sétimo depois de Adão, dizendo: 

Eis que é vindo o Senhor com milhares de seus santos, para fazer juízo contra todos e condenar dentre eles todos os ímpios, por todas as suas obras de impiedade que impiamente cometeram e por todas as duras palavras que ímpios pecadores disseram contra ele. 

Estes são murmuradores, queixosos da sua sorte, andando segundo as suas concupiscências, e cuja boca diz coisas mui arrogantes, admirado as pessoas por causa do interesse” (Jd 14-16).

Quando Cristo voltar, os remanescentes de Israel receberão o Espírito Santo: “E há de ser que, depois, derramarei o meu Espírito sobre toda a carne, e vossos filhos e vossas filhas profetizarão, os vossos velhos terão sonhos, os vossos jovens terão visões. E também sobre os servos e sobre as servas, naqueles dias, derramarei o meu Espírito” (Jl 2.28-29).

O milênio

O reino de Cristo com duração de 1.000 anos que se seguirá à tribulação é chamado de reino do milênio. Aqueles que creem nisso como um fato real são chamados de quiliastas (do grego chiliás, que quer dizer 1.000). Alguns cristãos sinceros não creem que a passagem que se refere a um período de 1.000 anos e ao reino do milênio de Cristo deva ser interpretada literalmente.

Várias coisas podem ser ditas como respostas a essa posição. Primeiro, embora a maior parte do livro do Apocalipse fale sobre visões e use linguagem figurada, também existem trechos em que as visões são interpretadas de modo literal, em linguagem objetivas.

Apocalipse 20.1-6 é uma dessas passagens, na qual o período de 1.000 anos não pode ser interpretado da mesma forma que 12.1 (“E viu-se um grande sinal no céu: uma mulher vestida do sol, tendo a lua debaixo dos pés e uma coroa de doze estrelas sobre a cabeça.”)

Segundo, todas as profecias referente à primeira vinda de Cristo foram cumpridas – e foram cumpridas literalmente. Isso nos dá confiança de que todas as profecias relativas à segunda vinda de Cristo e seu reino terreal (como em Ap 20.1-6) serão cumpridas – e o serão literalmente. 

Terceiro, como veremos adiante, nem todas as profecias referente a Israel foram cumpridas ainda. Como Deus é verdadeiro, sabemos que haverá um tempo em que aquelas promessas serão cumpridas, e esse tempo é o milênio.

Quarto, não há razões suficientemente fortes para que interpretemos figuradamente o período de 1.000 anos. A Bíblia deve ser interpretada de maneira literal, a não ser que haja boas razões para uma interpretação figurada.

Durante o milênio, Israel será reunido novamente na Palestina (Zc 8.4-5). Cristo reinará sobre toda a terra (Ap 11.15). Seu governo será absoluto e firme, “com uma vara de ferro” (Sl 2.8-9). Os crentes, em corpos ressurretos, também estão na terra e ajudarão Cristo em seu reinado (Ap 5.10; 20.4).

Será um tempo de paz, prosperidade e justiça (Is 2.2-4; 11.3-9; Am 9.13-15). O concerto de Abraão será cumprido no milênio:

” E far-te-ei uma grande nação, e abençoar-te-ei, e engrandecerei o teu nome, e tu serás uma bênção. E abençoarei os que te abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti serão benditas todas as famílias da terra. (Gn 12.2-3)

A promessa da posse permanente da terra e da existência eterna de uma nação, até então não cumprida, o será no milênio. Também no milênio se cumprirá o concerto de Davi. “A ti, porém, te dei descanso de todos os teus inimigos; também o Senhor te faz saber que o SENHOR te fará casa. 

Quando teus dias forem completos, e vieres a dormir com teus pais, então, farei levantar depois de ti a tua semente, que procederá de ti, e estabelecerei o seu reino. Porém a tua casa e o teu reino serão firmados para sempre diante de ti; teu trono será firme para sempre”. (2Sm 7.11-12,16). 

Este concerto, não cumprido até o momento, também o será quando Cristo estiver reinando durante o milênio.

O Milênio será o período em que o novo concerto será cumprido. “Eis que dias vêm, diz o SENHOR, em que farei um concerto novo com a casa de Israel e com a casa de Judá. Não conforme o concerto que fiz com seus pais, no que os tomei pela mão, para os tirar do Egito, porquanto eles invalidaram o meu concerto, apesar de eu os haver desposado, diz o SENHOR.

Mas este é o concerto que farei com a casa de Israel depois daqueles dias, diz o SENHOR: porei a minha lei no seu interior e a escreverei no seu coração; e eu serei o seu Deus, e eles serão o meu povo.

E não ensinará alguém mais a seu próximo, nem alguém, a seu irmão, dizendo: conhecei ao SENHOR; porque todos me conhecerão, desde o menor deles até ao maior, diz o SENHOR; porque perdoarei a sua maldade e nunca mais me lembrarei dos seus pecados” (Jr 31.31-34).

Satanás será solto do abismo no final do milênio. Mais uma vez, ele instigará as nações contra Deus, mas esta rebelião e o próprio Satanás serão derrotados de modo cabal (Ap 20.7-10). Depois disso, virá o julgamento do grande trono branco, quando todos os perversos que estavam mortos serão julgados.

Israel será reunido e unificado e viverá em paz. “Dize-lhes, pois: Assim diz o Senhor JEOVÁ: Eis que eu tomarei os filhos de Israel de entre as nações para onde eles foram, e os congregarei de todas as partes, e os levarei à sua terra. E deles farei uma nações na terra, nos montes de Israel, e um rei será rei de todos eles; e nunca mais serão duas nações; nunca mais para o futuro se dividirão em dois reinos” (Ez 37.21-22).

“Assim diz o SENHOR dos Exércitos: Ainda nas praças de Jerusalém habitarão velhos e velhas, levando cada um na mão o seu bordão, por causa da sua muita idade. E as ruas da cidade se encherão de meninos e meninas, que nelas brincarão. (Zc 8.4-5; veja Jr 30.3).

Os céus e a terra atuais passarão depois do milênio, sendo destruídos por um intenso calor. Então, o novo céu e a nova terra serão criados. “Mas o Dia do SENHOR virá como o ladrão de noite, no qual os céus passarão com grande estrondo, e os elementos, ardendo, se desfarão, e a terra e as obras que nela há se queimarão” *2Pe 3.10).

O Senhor manterá o injusto debaixo de punição até o dia do julgamento no final do milênio. “Assim, sabe o Senhor livrar da tentação os piedosos e reservar os injustos para o Dia de Juízo, para serem castigados, mas principalmente aqueles que segundo a carne andam em concupiscências de imundícia e desprezam as dominações. Atrevidos, obstinados, não receiam blasfemar das autoridades” (2Pe 2.9-10).

Palavras De Encorajamentos  

Deus não nos conta sobre o futuro para tirar do marasmo os estudiosos. Ele também não nos revelou esses fatos para que passássemos o resto de nossa vida conjeturando sobre quem será o anticristo ou qual é a localização exata de Tubal. 

Seu propósito também não foi apresentar as profecias para que tentássemos aplicar fórmulas matemáticas que demonstrassem com exatidão o dia do arrebatamento. O intuito de Deus, aos nos dar as profecias, é que saibamos que venceremos a última batalha e que o mundo não vai continuar a maneira que está. As profecias fazem com que nossa vida seja diferente à luz dos eventos proféticos.

Está seção nos diz exatamente como devemos tratar as profecias que Deus nos deu e o futuro que nos está reservado. 2Pe 3.11-12,14: o fato de que o universo atual será destruído deve nos levar a:
·         Uma conduta santa
·         Piedade: uma vida de respeito e reverência
·         Aguardar com ansiedade o Dia do Senhor
·         Apressar o Dia do Senhor, por meio de oração, de uma vida piedosa e de testemunho
·         Ser diligentes para sermos achados por Deus imaculados ou sem culpa
1Pedro 4.7-11: o fato de que o mundo material atual será destruído deve nos levar a:
·         Sermos sóbrios e vigilantes em nossas orações
·         Termos um amor (caridade) ardente uns pelos outros
·         Sermos hospitaleiros
·         Usamos nossos dons para ministrar aos outros

Conheçamos e prossigamos em conhecer o SENHOR: como a alva, será a sua saída; e ele a nós virá como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra. (Oséias 6.3)

É servindo uns aos outros é que nos tornamos livres. www.harmoniacrista.org


Bispo Ribeiro Paiva 

“A Tribulação”

Algum tempo depois do arrebatamento, terá início um período chamado tribulação. Não está especificado em nenhum lugar que a tribulação será o período se iniciará imediatamente após o arrebatamento, então, pode haver um intervalo entre estes acontecimentos. A tribulação será o período mais traumático da história do mundo e especialmente difícil para Israel (Ap 6.17; Jr 30.7).

Sabemos que esse período durará sete anos, porque a tribulação é a septuagésima “semana” (literalmente, septuagésimo “sete”), profetizada por Daniel (Dn 9.27). Durante esse período, Deus derramará sua ira sobre a terra série de Julgamentos que estão descritos em apocalipse 6 – 19. A tribulação é o início do “Dia do Senhor” (1Ts 5.2; Zc 14; Jr 30.7-9).

O Dia do Senhor se estenderá até o milênio (Is 19.23-25; 4.2; 12) e incluirá a destruição dos céus e da terra atuais no fim daquele período (2Pe 3.10). Satanás também estará surpreendentemente ativo, e seu trabalho de engano se concentrará em dois indivíduos.

O primeiro deles é o anticristo. Chamado de “a besta” em apocalipse 13.1-10 e de “príncipe, que há de vir” em Daniel 9.26, esse homem receberá um enorme poder de satanás. O anticristo usará politicamente esse poder para tornar-se a força dominante do mundo (Dn 9.24; Ap 13.7).

Usará o poder eclesiasticamente para ser o objeto de adoração do mundo (Ap 13.1-4; 14 – 18). Todavia, será muito mais do que adoração a um homem – será adoração pública a Satanás: “E adoraram o dragão {ou seja, Satanás} que deu à besta o seu poder” (Ap 13.4).

A segunda pessoa é o falso profeta (Ap 19.20; 13.11-15). Ele ajudará o anticristo a executar milagres que levarão o mundo a adorá-lo (Ap 13.13-15). Tal adoração será utilizada pelo anticristo como ferramenta para a consolidação de seu poder político. Mais uma vez a atuação do falso profeta será fundamental para o cumprimento dessa tarefa (Ap 13.2-3; 14.17).

Apesar do predomínio de seu poder no mundo, o anticristo não ficará sem oposição. Decorrida metade do período da tribulação, uma coalização entre os exércitos do norte e do sul (em relação a Israel) invadirá a Palestina. Esta é a primeira batalha da guerra de três anos e meio do Amagedom.

Ambos os exércitos serão derrotados pelo anticristo, que continuará na Palestina, perseguirá os judeus e transformará o templo de Jerusalém em lugar de sua própria adoração (Dn 9.27; 11.40-41; Ez 38.8-9, 15-16; Ap 12.1-6,13-17).

No final da tribulação, os exércitos do mundo se ajuntarão na Palestina para lutar entre si e também contra Deus (Ap 19.19; Dn 11.40-45). Cristo aceitará esse desafio e virá a terra novamente (o que será descrito na seção sobre a segunda vinda).

A tribulação não ocorrerá até que sobrevenha a apostasia (palavra transliterada do grego, significado “afastar-se” ou” abandonar”). Essa apostasia é relacionada tanto ao abandono, por parte da igreja, da fé que ela professa pela verdade de Deus revelada em sua Palavra, como também à “partida” da igreja por ocasião do arrebatamento. “Ninguém, de maneira alguma, vos engane, porque não será assim sem que antes venha a apostasia” (2Ts 2.3).

A tribulação não acontecerá até que o “filho da perdição” (o anticristo) seja revelado (veja novamente 2Ts 2.3). Os dias de Noé e Ló (isto é, de Sodoma) são comparados aos dias do Filho do Homem (ou seja, a tribulação) (Lc 17.26-30).

Em Gênesis 6.11-13, vemos que o mundo de Noé era caracterizado por:
·         Corrupção
·         Violência Ezequiel 16.49 e Judas 7 nos dizem que Sodoma caracterizado por:
·         Soberba
·         Fartura de pão
·         Abundância de ociosidade
·         Falta na ajuda ao pobre e ao necessitado
·         Imoralidade sexual (ilustrada em Gn 19.)
·         Ir após outra carne – alusão à prática de atos sexuais ilícitos

A partir do texto de Mateus 24.10-12, vemos que, durante a tribulação, muitos:
·         Serão escandalizados
·         Trairão uns aos outros
·         Aborrecerão uns aos outros
·         Sofrerão um esfriamento de seu amor por Deus

A iniquidade será abundante. “E, por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos esfriará”. (Mt 24.12). Aqueles que vierem a crer durante a tribulação serão perseguidos e odiados. “Então, vos hão de entregar para serdes atormentados e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as gentes por causa do meu nome”. (Mt 24.9).

Muitos morrerão durante a tribulação. “Farei que um homem seja mais precioso do que o ouro puro e mais raro do que o ouro fino de ofir” (Is 13.12). Israel será reunido e unificado.

“Depois de muitos dias, serás visitado; no fim dos anos, virás à terra que se retirou da espada e que veio dentre muitos povos aos montes de Israel, que sempre serviram de assolação; mas aquela terra foi tirada dentre os povos, e todos eles habitarão seguramente” (Ez 38.8).

A tribulação será um tempo de grande angústia para Israel. “Ah! Porque aquele dia é tão grande, que não houve outro semelhante! E é tempo de angústia para Jacó: ele, porém, será salvo dela” (Jr 30.7).

Israel sofrerá enormes perdas na guerra. “E sete mulheres, naquele dia, lançarão mão de um homem, dizendo: Nós comeremos do nosso pão e nos vestiremos de nossas vestes; tão somente queremos que sejamos chamamos pelo teu nome; tira o nosso opróbrio” (Is 4.1).

Mateus 24 registra que na primeira metade dá tribulação:
·         Muitos dirão ser o Cristo (v.5)
·         Haverá guerras (v.6)
·         Haverá fomes e terremotos (v.7)
·         Falsos profetas surgirão (v.11)

Haverá algum tipo de sistema de comunicação de massa. “E homens de vários povos. E tribos, e línguas, e nações verão seu corpo morto por três dias e meio, e não permitirão que o seu corpo morto seja posto em sepulcros” (Ap 11.9).

Bem na metade da tribulação Israel será atacado por:
·         Gogue, da terra de Magogue, o príncipe e chefe de Meseque e de Tubal (nomes que se referem às atuais regiões da Rússia e Turquia – veja Ez 39.1
·         Pérsia (atual Irã)
·         Etiópia
·         Pute (atual Líbia)
·         Gômer (oriente da Ásia Menor, onde atualmente se encontra a Turquia, muito embora eles possam ter emigrado de territórios que hoje pertencem a países da antiga União Soviética)
·         Togarma (na parte Oriental da Turquia moderna, perto da fronteira com a Síria)

Esta é a primeira batalha do Amagedon, uma guerra de três anos e meio que será travada contra a Palestina (Ez 38.8-9,15-16; Dn 11.40-45). O falso profeta usará o poder demoníaco para gerar falsos milagres com o propósito de enganar os homens e leva-los a crer que ele e o anticristo vêm de Deus. “Até fogo faz descer do céu à terra”, um sinal considerado grande e maravilhoso (Ap 13.13).

O final da tribulação será um período de grande medo e perplexidade. Isso se deve à existência de enormes cataclismos e fenômenos que ocorrerão nos mares e especialmente nos céus.

Vários versículos detalham o que irá acontecer: Lucas 21.11
·         Grandes terremotos
·         Fome
·         Pestilências coisas espantosas
·         Grandes sinais
Lucas 21.25-26
·         Sinais no sol, na lua e nas estrelas (o que significa o abalo do poder dos céus)
·         Angústia e perplexidade das nações
·         Bramido do mar e das ondas
·         Desmaio dos homens diante do terror e da expectativa das coisas que sobrevirão ao mundo Joel 2.30-31 – as maravilhas que Deus mostrará nos céus e na terra são:
·         Sangue
·         Fogo
·         Colunas de fumo (fumaça)
·         O sol se converterá em sangue

Imediatamente antes de Jesus retornar à terra com a igreja (o que os estudiosos chamam de segundo advento), a Babilônia – uma cidade e um sistema religioso adúlteros – será destruída com fogo.

Portanto, as pragas reservadas a ela chegarão em um dia: “Portanto, num dia virão as suas pragas: a morte, e o pranto, e a fome; e será queimada no fogo, porque é forte o Senhor Deus, que a julga" (Ap 18.8).

Homens de todas as nações prepararão o ataque final da guerra do Amagedom. “Proclamai isso entre as nações, santificai uma guerra; suscitai os valentes; cheguem-se, subam todos os homens de guerra. Forjai espadas das vossas enxadas e lanças das vossas foices; diga o fraco: Eu sou forte” (Jl 3.9-10).

Gogue, da terra de Magogue, príncipe e chefe de meseque e de Tubal, desfechará outro ataque contra Israel (Dn 11.40-45). Nesse versículos Gogue é “o rei do Norte”. Ainda que tenha sido derrotado ou pacificado pelo anticristo, ele invadirá Israel mais uma vez. Essas “notícias” farão com que o anticristo interrompa suas campanhas militares e retorne a Israel.

Esses opositores serão derrotados porque Deus defenderá Israel. “Naquele dia, porei os chefes de Judá como uma brasa ardente debaixo da lenha e como um facho entre as gavelas; e à direita e à esquerda eles consumirão a todos os povos em redor, e Jerusalém será habitada outra vez no seu próprio lugar, mesmo em Jerusalém” (Zc 12.6; veja Is 31.5).

Para derrotar aqueles exércitos, Deus usará:
·         Terremotos
·         Pestes
·         Chuva muito intensa
·         Granizo
·         Fogo
·         Enxofre
Além disso, esses eventos causarão tamanha confusão entre os guerreiros que eles matarão uns aos outros (Zc 14.12; Ez 38.17-23; 39.3,6).

Conheçamos e prossigamos em conhecer o SENHOR: como a alva, será a sua saída; e ele a nós virá como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra. (Oséias 6.3)

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Bispo Ribeiro Paiva





sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

“O Arrebatamento”

O termo arrebatamento tem sua origem na palavra grega harpazo. No final deste período, Cristo retornará nos ares e levará com ele para o céu todas as pessoas – vivas ou mortas que nele confiaram como Salvador. A Bíblia diz que os crentes serão “Arrebatados {no grego harpazo}... nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares” (1Tm 4.17).

O arrebatamento se dará “num momento, num abrir e fechar de olhos” (1Co 15.52). Naquele momento, os crentes mortos ressuscitarão primeiro, seguidos logo depois pelos crentes vivos (1Ts 4.16-17). Então, essas pessoas receberão corpos “incorruptíveis” e imortais (1Co 15.52,54).

Sabemos que o arrebatamento se dará antes da tribulação, porque nesse período, ocorrerá um intenso derramamento da ira de Deus (Ap 6.17), como se fosse necessário apresentar alguma prova de que nunca houve período igual ao descrito nos capítulos 6 – 18 de apocalipse), e Jesus “nos livra {isto é, aos crentes} da ira futura” (1Ts 1.10; 5.9).

Os Tessalonicenses ficaram extremamente preocupados quando ouviram rumores de que a tribulação (o Dia do Senhor) já havia chegado (2Ts 2.1-12). Ficaram apreensivos porque não haviam sido levados. 

Por isso, Paulo passa a lembra-los de que certas coisas deveriam ocorrer antes de a tribulação ter início – coisas que ainda não haviam acontecido. Além disso, o arrebatamento é completamente diferente da segunda vinda, que se dará no fim da tribulação.

Muitos vão ridicularizar o fato de Jesus estar voltando e que um tempo de julgamento e calamidade está por vir. “Nos últimos dias virão escarnecedores, andando segundo as suas próprias concupiscências e dizendo: 

Onde está a promessa da sua vinda? Porque desde que os pais dormiram todas as coisas permanecem como desde o princípio da criação” (2Pe 3.3-4). 

Conheçamos e prossigamos em conhecer o SENHOR: como a alva, será a sua saída; e ele a nós virá como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra. (Oséias 6.3)

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Bispo Ribeiro Paiva 

“Acontecimentos Dos Últimos Dias”

O mundo em que vivemos está organizado com base no princípio da similaridade: “O mundo de hoje é o mesmo de ontem, e o mundo de amanhã será o mesmo de hoje”. Esse posicionamento moderno é totalmente previsível, tendo sido anunciado pelo apóstolo Pedro: 

“Nos últimos dias virão escarnecedores, andando segundo as suas próprias concupiscências e dizendo: Onde está a promessa da sua vinda? Porque desde que os pais dormiram todas as coisas permanecem como desde o princípio da criação” (2Pe 3.3-4).

As pessoas tendem a ignorar ou a menosprezar o fato de que o mundo foi criado pela Palavra de Deus a partir do nada. Essas mesmas pessoas também não relevam o fato de que, milênios atrás, no que parecia ser um dia comum, Deus destruiu o mundo com um dilúvio. 

Com o mesmo desprezo, elas não levam em conta o fato de que a vida na terra não vai continuar existindo do mesmo modo como a temos atualmente, pois Deus anunciou de antemão em sua Palavra que o fim de nossa era será marcado por uma série de acontecimentos assombrosos e espetaculares. Esses acontecimentos serão apresentados neste texto.

O primeiro tópico discutirá os últimos dias. Estamos vivendo os últimos dias – um período compreendido entre o nascimento de Jesus e sua volta à terra.

O segundo tópico abordará o arrebatamento. Cristo virá nos ares e levará cada membro da igreja, tanto os vivos como os mortos, para os céus para estar com Ele. Quando Jesus vier, dará a cada membro da igreja um corpo ressurreto.

O terceiro tópico tratará da tribulação. Esta será um período de sete anos sem paralelo na história em relação à atividade satânica, à perversidade e à guerra, à destruição e à guerra, à destruição e à inquietação. Será um período especialmente difícil para Israel. O que evitará a total destruição da vida será visto no tópico seguinte.

O quarto tópico falará sobre a segunda vinda de Cristo. Finda a tribulação, Cristo retornará à terra com seus anjos e com os crentes que foram previamente arrebatados. Ele derrotará os exércitos do mundo e julgara os homens que ainda estiverem vivos na terra. 

Cristo expulsará Satanás e suas forças, mantendo-os totalmente inativos. Então, Jesus ressuscitará aqueles que creram durante o período do Antigo Testamento, assim como os que morreram durante a tribulação.

O quinto tópico será o milênio. 75 dias após o fim da tribulação, terá início o reino de Cristo com duração de 1.000 anos, também conhecido como reino do milênio. Os crentes ajudarão Cristo em seu reinado, e, durante esse período, os concertos feitos por Deus com Abraão, com Davi e com Israel no Antigo Testamento serão cumpridos.

O sexto tópico é a diferença que esses acontecimentos deveriam fazer na vida do crente. Deus não nos contou esses acontecimentos para que enchêssemos nossos cadernos de anotações, nem para nos manter afastados das ruas ou para fornecer a maior quantidade possível de questões para jogos d perguntas e respostas; ele fez isso para que nossa vida fosse mudada. Deus nos conta, em diversas passagens, exatamente como deveriam ser essas mudanças.

Os Últimos Dias

A expressão “últimos dias” tem um significado bastante amplo nas Escrituras. Em Hebreus 1.1-2, por exemplo, o autor revela que “Deus... a nós falou-nos, nestes últimos dias, pelo Filho”. Portanto, a humanidade tem vivido os últimos dias desde o nascimento de Jesus, o Messias. O texto de 1Jo 2.18 se refere a esse período como “a última hora”.

Uma das características da “última hora” é a revelação do anticristo. Visto que o anticristo estará ativo durante a tribulação, sabemos que os últimos dias se estenderão por esse período. E não apenas isso: Joao identifica o período em que ele próprio está vivendo como a última hora, pelo fato de que “muitos se têm feito anticristo”.

O que é um “anticristo”? A palavra anticristo é a combinação de dois termos gregos: anti e christos (ou Messias). O primeiro termo tem dois significado. O primeiro deles é “no lugar de”. 

Assim, alguém ou alguma coisa caracterizada como anticristo busca tirar Cristo de seu lugar e assumir essa posição como Deus ou objeto de suprema adoração ou veneração. O segundo significado é “contra”. 

O anticristo busca não apenas tomar o lugar de Deus visando à suprema adoração, como também é terminalmente contrário a Cristo, a seu povo e a seus intentos. 

Muitas pessoas e organizações apresentaram essas características ao longo da história da igreja, mas, durante a tribulação, um homem se levantará e buscará tomar o lugar de Cristo, opondo-se a ele com tal ferocidade, que será chamado de “anticristo”.

Diante de todos esses fatos, podemos dizer que os últimos dias se estendem do nascimento de Jesus até sua segunda vinda, no final da tribulação.  Os últimos dias serão tempos perigosos e difíceis, “Nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos” (2Tm 3.1). Os crentes serão perseguidos e odiados:

“Então, vos hão de entregar para serdes atormentados e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as gentes por causa do meu nome” (Mt 24.9).

O saber se multiplicará. “E tu, Daniel, fecha estas palavras e sela este livro, até ao fim do tempo; muitos correrão de uma parte para outra, e a ciência se multiplicara” (Dn 12.4). A condição da Raça humana é descrita nos versículos a seguir:

2Timóto 3.13: “Mas os homens maus e enganadores irão de mal para pior, enganando e sendo enganados”. 2Timóteo 3.1-4 – os homens serão:
ü  Amantes de si mesmos
ü  Avarentos
ü  Presunçosos: vão exagerar seus feitos para impressionar os homens
ü  Soberbos
ü  Blasfemos: falarão abusiva e caluniosamente
ü  Desobedientes a pais e mães
ü  Ingratos
ü  Profanos – perversos
ü  Sem afeto natural: sem o carinho familiar, não terão amor por suas famílias
ü  Irreconciliáveis
ü  Caluniadores – promovem disputa, esperando extrair alguma coisa delas
ü  Incontinentes – sem controle próprio
ü  Cruéis
ü  Sem amor para com os bons
ü  Traidores – seja a um país, a juramento ou a alguém em perigo
ü  Obstinados – impetuosos, temerários
ü  Orgulhosos – presunçosos
ü  Mais amigos dos deleites do que amigos de Deus
ü  Encontrados com aparência de piedade, mas negarão a eficácia dela

Muitos membros da igreja vão se afastar, dando ouvido a espirito enganadores e demônios. “Nos últimos tempos, apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores e a doutrinas de demônios” (1 Tm 4.1; veja 2Pe 2.2).

Nos últimos dias, os homens explorarão uns aos outros e se enriquecerão de modo impróprio. “O vosso ouro e a vossa prata {referindo se aos “ricos”} se enferrujaram dará testemunho contra vós e comerá como fogo a vossa carne. Entesourastes para os últimos dias. Eis que o salário dos trabalhadores que ceifaram as vossas terras e que por vós foi diminuído clama; e os clamores dos que ceifaram entraram nos ouvidos do Senhor dos Exércitos” (Tg 5.3-4). 

Conheçamos e prossigamos em conhecer o SENHOR: como a alva, será a sua saída; e ele a nós virá como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra. (Oséias 6.3)

É servindo uns aos outros é que nos tornamos livres. www.harmoniacrista.org


Bispo Ribeiro Paiva 

terça-feira, 29 de novembro de 2016

“Espírito Santo”

Procurando guardar a unidade do Espírito pelo vínculo da paz: Ef 4.3 – Quando pensamos no Espírito Santo, um dos erros mais sérios na mente de muitas pessoas é que ele é simplesmente um princípio ou uma influência. Ao contrário, o Espírito Santo é uma pessoa (existência individual de um ser consciente).

A personalidade do espírito Santo. A Bíblia fala da mente (Rm 8.27) e vontade (1Co 12.11) do Espírito Santo. Ele é frequentemente descrito falando diretamente com os homens em Atos. 

Durante a segunda viagem missionária de Paulo, o apóstolo foi proibido pelo Espírito de Deus que falou diretamente aos líderes cristãos na igreja de Antioquia, ordenando-os a enviarem Paulo e Barnabé na primeira viagem missionária (At 13.20.

A Divindade do Espírito Santo. Ele não é apenas uma pessoa real, mas é também Deus. Assim como Deus Pai, ele também está em todos os lugares (Sl 139.7). Assim como o Filho é eterno, o Espírito Santo sempre existiu (Hb 9.14). Ele frequentemente também é chamado de Deus.

A divindade do Espírito Santo. Ele não é apenas uma pessoa real, mas também Deus. Assim com Deus Pai, ele também está em todos os lugares (Sl 139.7). Assim como o Filho é eterno, o Espírito Santo sempre existiu (Hb 9.14). Ele frequentemente também é chamado de Deus.

Disse, então, Pedro: Ananias, por que encheu Satanás o teu coração, para que mentisses ao Espírito Santo e retivesses parte do preço da herdade? Guardando-a, não ficava para ti? E, vendida, não estava em teu poder? Por que formaste este desígnio em teu coração? Não mentiste aos homens, mas a Deus. Atos 5.3-4.

Finalmente, o Espirito Santo é igual ao Pai e ao Filho. Podemos notar isto durante o batismo de Cristo (Mt 3. 16-17), e o próprio Jesus menciona este fato um pouco antes de sua ascensão do monte das Oliveiras (Mt 28.19-20).

A Obra Do Espírito Santo Na Salvação

Não pelas obras de justiça que houvéssemos feito, mas, segundo a sua misericórdia, nos salvou pela lavagem da regeneração e da renovação do Espírito Santo, (Tt 3.5).  Há três maravilhosas obras do Espírito Santo na preparação dos incrédulos para se tornarem cristãos.

a.      A obra do espírito Santo na restrição. Nada faria Satanás mais feliz do que destruir as pessoas antes de tomarem uma decisão de aceitar a Cristo como Salvador. Mas o Espírito Santo evita que isso ocorro (Is 59.19).

b.      A obra do espírito santo no convencimento. O pecado e a justiça humana são expostos pelo Espírito Santo (Jo 16.8). Há dois exemplos conhecidos de pecadores sendo convencidos pelo Espírito Santo em Atos. Félix, um governador romano, treme perante esse convencimento quando ouve Paulo pregar (At 24.25). 

Outro caso envolve o rei Agripa, que responde à mensagem do evangelho dizendo “Por pouco me queres persuadir a que me faça cristão!” At 26.28).

c.       A obra do espírito Santo na regeneração. Quando um pecador arrependido aceita a Cristo como seu Salvador, ele recebe uma nova natureza através do Espírito Santo. Veja 2Co 5.17. Jesus explica cuidadosamente o ministério do Espírito Santo a Nicodemos (Jo 3. 3-7).

Conheçamos e prossigamos em conhecer o SENHOR: como a alva, será a sua saída; e ele a nós virá como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra. (Oséias 6.3)

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Bispo Ribeiro Paiva 

“O Propósito Da Igreja”

O principal propósito da igreja é trazer honra e glória ao cabeça, Jesus Cristo. Ela assim o faz enquanto cumpre seus dois propósitos relacionamentos relacionados com o programa de Deus para o mundo.

Um propósito da igreja em relação ao mundo é o evangelismo. Este programa é citado na grande comissão (Mt 28.19-20), que nunca foi abolida.  O programa é “ensinai todas as nações”. 

Isto é feito de duas formas: “batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo”, e “ensinando-as a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado”. O batismo não é uma consideração opcional. É uma parte vital do evangelismo e de fazer discípulos. 

Através do batismo, a pessoa indica que se identificou com Cristo em sua morte, sepultamento e ressurreição (ou seja é membro da igreja que é corpo de Cristo) e deseja identificar-se com a igreja local. Um pai responsável não só traz um filho ao mundo, mas também dá o que é necessário para o crescimento do filho.

Desta forma, na igreja, o ensino deve acompanhar o evangelismo para que o filho de Deus possa aprender tudo o que Deus espera dele e o que providenciou para ele. Um outro propósito da igreja em relação ao mundo é a edificação. 

Segundo Efésios 4.12, os santos precisam ser edificados para dois objetivos:
“O aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério”. Os crentes que formam a igreja precisam ser edificados para que possa realizar tudo o que Deus lhes deu para a vida cristã e para que alcancem a maturidade espiritual. 

Também precisam ser aperfeiçoados para desempenhar, no corpo de Cristo, o serviço que Deus quer que desempenhem. Na verdade, cada membro da igreja deve ser um obreiro cristão para que a obra que Deus quer que desempenhem através da igreja local possa ser alcançada. 

As Funções da Igreja 

O Novo Testamento usa quatro termos para descrever a liderança da igreja: 1º) “Presbítero” que dá ênfase na autoridade que liderança tem de ensinar e liderar na igreja; 2º) “bispo” “supervisor”, que enfatiza o fato de que a liderança está encarregada de supervisionar a igreja local e, como tal, é responsável pelo bem-estar espiritual daqueles na igreja; 3º) “pastor” “pastor de ovelha”. 

Que dá ênfase à responsabilidade da liderança da igreja em pastorear o rebanho. Nenhum pastor jamais deu à luz suas ovelhas. É responsabilidade daqueles que estão na liderança fazer pelas ovelhas aquilo que estas não podem e não conseguem fazer sozinhas e se certificar se estão em boa condição espiritual, para que elas possam fazer o que é natural. 

Isto é, gerar outras ovelhas; 4º) “ministro”, que enfatiza a atitude de que os lideres devem ter para liderar. Eles não devem ser o “senhor” das ovelhas, mas devem perceber que são ministros ou servos daqueles a quem o Senhor colocou sob seu cuidado. 

A função do oficio de presbítero é dupla: 1) ensinar e 2) liderar (1Tm 5.17). Um presbítero deve ser capaz de ensinar ao seu povo o que a Palavra de Deus ensina e dar direcionamento sobre como ela deve ser cumprida na e através da igreja.

As qualificações de oficio de diácono são essencialmente as mesmas dos presbíteros, exceto que não precisam ser “capazes de ensinar”. Os diáconos devem ser espirituais e estar em harmonia com os presbíteros, procurando ajuda-los na implantação dos objetivos que o Espírito de Deus está orientando aos presbíteros que façam através da igreja local. 

Conheçamos e prossigamos em conhecer o SENHOR: como a alva, será a sua saída; e ele a nós virá como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra. (Oséias 6.3)

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Bispo Ribeiro Paiva 

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

“A Urgência De Missões Mundiais”

“E os pagão na África?” era a pergunta favorita dirigida aos perplexos crentes. Esta pergunta continha um toque racista que sugeria algum tipo de qualidade inferior ou infantil dos africanos, fazendo –os parecer que necessitavam de proteção.

Hoje, esta pergunta está um pouco desatualizada atualmente porque algumas partes da África são mais cristãs do que muitas partes da Europa e da América do Norte.

Mas o assunto permanece. Deus julgará pessoas que nunca ouviram sobre a salvação em Cristo? Ele condenará os adeptos sinceros de outras religiões?

Deus é justo

Quando abordamos este assunto, devemos nos lembrar de que Deus é justo no caráter e tratamento com as pessoas (Gn 18.12; Jó 34.12). Quando chegamos ao final das evidências disponíveis e de nossa habilidade de raciocinar em cima daquela evidência, podemos confiar que Deus é justo no tratamento com as pessoas.

Afinal, a Bíblia diz que Deus “tem determinado um dia em que com justiça há de julgar o mundo” (At 17.31). A Bíblia também afirma que ninguém é ignorante a respeito da existência de Deus e da natureza básica por causa da revelação geral de Deus através da criação (Sl 19.1-4; Rm 1.19-20).

As Escrituras, de fato, sugerem que o julgamento de Deus leva em consideração até que ponto a pessoa teve revelação durante sua vida (Mt 11.21-14; Lc 12.47-48; Hb 2.2-3).

O mais importante é que o julgamento de Deus está baseado no perdão que as pessoas obtiveram, e não no conhecimento que elas têm de Deus e em que religião ela foi educada. As pessoas são separadas de Deus por causa do pecado, e não geograficamente ou teologicamente.

Nossa Responsabilidade Missionária

A próxima pergunta é “Deus providenciou que a mensagem de perdão através da morte de Cristo e espalhasse pelo globo?” Sim, ele providenciou. Jesus comissionou seus discípulos para que iniciassem a tarefa de evangelizar o mundo (Mt 28.19-20) precisamente para que todos na terra tivessem a oportunidade de conhecer o perdão do pecado )1Tm 4.2; 1Pe 3.9).

Por causa do crescimento da igreja de Cristo num verdadeiro corpo mundial e porque a população mundial atual contém uma porcentagem significativa de todas as pessoas que já viveram na terra, a responsabilidade missionaria da igreja no início do terceiro milênio é singular e de um significado gigantesco.

Esta responsabilidade de compartilhar as boas novas do perdão dos pecados através da morte de Jesus na cruz não é tarefa exclusiva dos missionários profissionais. Todos os que são discípulos de Jesus têm esta missão. A igreja atual tem pessoas e meios de alcançar a população mundial com o evangelho cristão.

A expectativa de Deus de que levemos o evangelho a cada criatura atualmente pode ser obedecida mais do que em qualquer outra época passada. Se Deus deu a responsabilidade missionaria aos discípulos de Jesus, ele não deve ser culpado se o evangelho não se espalhar tão rapidamente quanto deveria.

Conheçamos e prossigamos em conhecer o SENHOR: como a alva, será a sua saída; e ele a nós virá como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra. (Oséias 6.3)

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Bispo Ribeiro Paiva