Cantares 4:15 És a fonte dos jardins, poço das águas vivas, que correm do Líbano! Jó 14:7 Porque há esperança para a árvore, que, se for cortada, ainda se renovará, e não cessarão os seus renovos.

sábado, 24 de dezembro de 2016

“Intolerância E Incompreensão”

Intolerância racial e preconceito nas redes sociais têm sido assustadora, parecem mais um palco de luta livre, a pessoa tenta a todo custo nocautear o oponente levando ele a lona.

A intolerância e arrogância e a incompreensão, parece sanguessuga, as sanguessugas se alimentam de sangue seu corpo. Que ataca na intenção de sugar sangue da sua presa dá a intender que absolvi até o caráter das pessoas.

A intolerância é uma atitude mental caracterizada pela falta de habilidade, A intolerância executa atos de violência contra pessoas. Possui a tendência de se opor as diferenças, utilizando violência e abuso do poder. A intolerância é transmitida geração após geração, o fruto da intolerância é abusos e morte daqueles que são incapaz de se defender. E tem levado a destruição de famílias inteiras.

Parece fazer parte do dia a dia das pessoas, tem levado a muitos a destruição, famílias, casamentos relacionamentos que fizeram juras de amor eterno, por causa da intolerância e incompreensão, anos de amor juntos acaba como a escuridão ao acender a luz.

Hoje é possível olhar em uma pessoa em pouco instante e perceber dupla personalidade, é como se a pessoa estivesse fazendo teatro, vive o personagem no palco, ao fechar as cortina o personagem desaparece. E volta a realidade.

O mundo hoje é esse palco, somos tão intolerante, não somos capaz de perceber os nossos erros, em casa no meio da família no transito no trabalho, por qualquer coisa nos vamos a forra, queremos dar o troco, o coração enche de ira, e desejo de vingança, não somos capaz de administrar e respeitar as diferença das pessoas, e se achar o único correto.

Queremos que todos pense da mesma forma que nós. Mas nós que somos fortes devemos suportar as fraquezas dos fracos e não agradar a nós mesmos. (Rm 15:1). Simplesmente um pequeno deslize da pessoa ela já é removida do relacionamento de amizade.

A missão da igreja é amar, demonstrar que somos pessoas do bem, que estamos ali para somar, para auxiliar ela em suas fraquezas. Porque nós somos fortes não é? Ou queremos que as pessoas pense assim da gente.

Você já pensou se todas as vezes que uma pessoa errasse fosse removida, estou falando das redes sociais, mais fora dela a intolerância é tão grande que um pequeno erro a pessoa já mata sem nenhum sentimento de culpa.

Já pensou se Deus te tratasse igual, você trata seu semelhante, você não estava mais aqui entre nós, Rogamos-vos também, irmãos, que admoesteis os desordeiros, consoleis os de pouco ânimo, sustenteis os fracos e sejais pacientes para com todos. (1 Ts 5.14).

Deixe de ser arrogante, e sejais paciente, intolerância e incompreensão é para os fracos e incapaz de viver entre amigos, são pessoas que não conhece o amor de Deus e nem o perdão. 

Intolerância é o mal que consome o homem e destrói o relacionamento e a família e a humanidade. A intolerância cresce a cada dia. E a tolerância ao pecado aumenta em proporção numa corrida desenfreada, a indiferença e a intolerância insistem em permanecer nas relações humanas.

Porque nos regozijamos de estar fracos, quando vós estais fortes; e o que desejamos é a vossa perfeição. (2 Co13:9)Não há nada que possamos fazer para nos esconder pois,Tu conheces o meu assentar e o meu levantar; de longe entendes o meu pensamento. Salmos 139.2

É servindo uns aos outros que nos tornamos livres. www.harmoniacrista.org


Bispo Ribeiro Paiva

“Dupla Personalidade”

A água no pode subir acima do seu próprio nível, nem um cristão, por algum esforço espasmódico repentino, pode subir acima do nível de sua própria vida espiritual.

Eu vi, debaixo do sol, como um homem de Deus agita a sua língua o dia todo em uma conversa leviana e frívola, deixa seu interesse vagar entre os prazeres ociosos deste mundo e, tendo a necessidade de pregar à noite, busca um descanso no último minuto.

Pouco antes do culto e, preparando-se rapidamente em oração, tenta se colocar em uma posição em que o espírito de profecia venha sobre ele assim que subir ao púlpito.

Ao se submeter a uma situação emocional tão acalorada, ele pode, posteriormente, ter razões para congratular a si mesmo por ter tido tanta liberdade ao pregar a Palavra.

Mas ele se engana, e nele não há sabedoria. Aquilo que ele fez o dia todo e a semana toda é o que ele é, quando abre a sua Bíblia para pregar para o povo. A água não pode subir acima do seu próprio nível.

Ninguém pode colher uvas de espinheiros, nem figos de abrolhos. O fruto de uma árvore é determinado pela árvore, e o fruto da vida, pelo tipo de vida. Aquilo pelo que uma pessoa se interessa, a ponto de se absorver nisso, decide que tipo de fruto ela produzirá.

A questão é que, frequentemente, somos incapazes de descobrir as verdadeiras qualidades de nosso fruto, até que seja tarde demais. Se quisermos ser realistas em nossa vida cristã, não devemos ignorar o tremendo poder da afinidade. Com afinidade, retiro-me à atração simpática que sentimos por certas coisas e pessoas.

O coração humano é extremamente sensível e completamente capaz de estabelecer uma relação interior com objetos distantes e proibidos. Da mesma maneira como o ponteiro da bússola tem uma afinidade pelo polo norte magnético, também o coração pode se manter fiel ao seu amor secreto, ainda que separado dele por quilômetros e anos.

O que é esse objeto amado é algo que podemos descobrir, observando que direções tomam os nossos pensamentos, quando se veem livres das duras restrições do trabalhou do estudo.

Em que pensamos, quando somos livres para pensar o que quisermos? Que objeto nos traz prazer interior, quando pensamos sobre ele? Sobre o que meditamos em nosso tempo livre? A que nossa imaginação volta sem cessar?

 Tu conheces o meu assentar e o meu levantar; de longe entendes o meu pensamento. Salmos 139.2

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Bispo Ribeiro Paiva

“Um Destino Inabalável”

O que você vê quando olha para seu futuro – quando estiverem terminados os seus nesta terra – na eternidade? O escritor de Hebreus claramente vê a forma da eternidade em uma visão de toda a história correndo para uma conclusão no “reino inabalável” (Hb 12.28), o glorioso Reino de Deus.

De muitos modos a Epístola aos Hebreus paga um tributo à maravilhosa mostra do poder de Deus na história. O livro começa reconhecendo as várias formas pela qual Deus comunicou sua verdade no passado (Hb 1.1) e continua exaltando a Jesus por providenciar a nossa salvação tanto em sua vida quanto em sua morte.

Em toda a Epístola aos Hebreus, o autor compara a obra de Jesus aos acontecimentos registrados no Antigo Testamento e compara a maravilhosa experiência da presença de Deus no monte Sinai com o que os cristãos podem esperar do Reino eterno de Deus.

Os israelitas no monte Sinai estavam com medo; eles clamavam a Deus que se escondesse de alguma forma. Até mesmo Moisés confessou seu pavor. Mas o autor de Hebreus descreve os cristãos indos “ao monte Sião, e à cidade do Deus vivo, à Jerusalém celestial” (Hb 12.22).

Lá, estaremos na companhia de grande grupo de anjos e crentes, louvando a Deus. Esta vida na terra irá desaparecer quando todos os crentes se juntarem em louvor a Deus por sua graciosa provisão de salvação. Tudo o mais ficará sem cor em comparação com esse futuro glorioso com o nosso Salvador.

“Abalando Os Fundamentos”

O Reino de Deus chegará de modo inesperado. Segundo a descrição de Hebreus 12.25-27, o presente mundo é feito de coisas “abaláveis” – tais como poder, riqueza e fama terrenos. Dessa forma, no final dos tempos, Deus irá abalar o mundo todo. Após esse grande “abalar”, somente aqueles que pertencem ao Reino de Deus irão permanecer.

Vivemos num mundo que é dominado pelo poder terreno. Os líderes mundiais e sistemas políticos se ameaçam e competem pelo domínio. Mas todas essas estruturas são transitórias; elas são abaláveis.

Na história, os reinos e países alcançaram o poder somente para se desintegrarem sob o peso de seus próprios erros. Algumas vezes até os cristãos são tentados a estabelecer o Reino de Deus com o poder terreno, somente para verem seus esforços se destruírem em suas próprias mãos.

Entretanto, a Palavra de Deus e o seu Reino permanecerão para sempre. A fé na obra salvadora de Jesus Cristo na cruz nos torna cidadãos do Reino de Deus (Cl 1.13-14). Não precisamos temer qualquer abalo que venha sobre este mundo, pois estamos a caminho de um reino inabalável.

À luz de tudo isso como deveu viver? O autor de Hebreus responde de forma clara e concisa a esta pergunta: “Pelo que, tendo recebido um Reino que não pode ser abalado, retenhamos a graça, pela qual sirvamos a Deus agradavelmente com reverência e piedade; porque o nosso Deus é um fogo consumidor.” (Hb 12.28-29).

Chegamos ao grande alvo de toda a história: “Mas chegastes ao monte Sião, e à cidade do Deus vivo, à Jerusalém celestial, e aos muitos milhares de anjos... e a Deus, o Juiz de todos, e aos espíritos dos justos aperfeiçoados; e a Jesus, o Mediador” (Hb 12.22-14).

Conheçamos e prossigamos em conhecer o SENHOR: como a alva, será a sua saída; e ele a nós virá como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra. Oseias 6.3

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Bispo Ribeiro Paiva

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

“Acenda A Luz”

O sutil poder das trevas

Certa noite, ao entrar num agradável restaurante. Vi que o ambiente estava à meia luz. Tropecei na escuridão e fui apalpando, até encontrar uma cadeira. O vulto do garçom se aproximou e trouxe o cardápio.

Quase fiquei vesgo para ler o cardápio, mas percebi que, quanto mais o tempo passava, mais acostumado eu ficava com a escuridão.

A igreja está se acostumando com a escuridão. Uma sutil lavagem cerebral está acontecendo, fazendo com que os crentes fiquem cada vez menos sensíveis à escuridão do pecado. Embora nossa geração tropece na escuridão, clamando que não há nenhuma verdade absoluta, “O SENHOR é a minha luz e a minha salvação” (Sl 27.1).

Com a luz de Deus sabemos que existe verdade. Através da luz de Deus vemos que a tolerância das mentes abertas é, na verdade, uma coexistência pacifica com o mal, e esse tipo de concessão é a crucificação da consciência.

Cristo, a luz do mundo.

O primeiro objetivo fundamental do crente é ser como Cristo – uma luz num mundo em trevas. Não existe convivência pacifica entre luz e trevas! A bíblia pergunta: “E que comunhão tem a luz com as trevas?” (2Co 6.14). Um passo para longe da luz é um passo ao encontro da escuridão.

Um passo para longe de Jesus é um passo ao encontro de satanás. “Porque, noutro tempo, éreis trevas, mas, agora, sois luz no SENHOR; andai como filhos da luz, aprovando o que é agradável ao SENHOR”. (Ef 5.8-10).

Cristo veio como luz, e os homens não o entenderam. Quando ele nasceu, Herodes tentou apagar sua luz. Quando ele falava, a luz do evangelho assustava o mundo religioso. Quando ele orava, Satanás e os demônios tremiam à luz de sua presença.

Quando ele saiu da tumba, os guardas romanos caíram no chão, totalmente tomados por seu resplendor.

Devemos ser Luz

Jesus disse: “Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida.” (Jo 8.12). Devemos ser a luz de Cristo para o mundo. Se nosso país precisa de luz, ela deve vir de nós. Se nossa família precisa de luz, é porque precisamos viver com Cristo.

Na parábola dos talentos, Jesus disse que os talentos foram distribuídos aos servos de acordo com a vontade do mestre (veja Mt 25.14-30). Um recebeu cinco, o outro dois, e outro, apenas um. Cada um recebeu de acordo com sua habilidade. O homem que recebeu um talento enterrou o que recebera.

Envergonhado por ter escondido seu talento, o homem tentou dar desculpas. Deus não gosta de desculpas. Aquele homem perdeu seu talento.

Deus tem investido em nós. Ele calibrou nosso brilho, de modo que alguns de nós somos como velas que brilham suavemente; outros mais parecem um feixe de raio laser, capaz de cortar os portões do inferno nas dobradiças. Somos a luz de Deus em nossa cidade, em nossa rua, em nosso lar e em nosso trabalho.

Devemos segurar a tocha do evangelho bem alto até que todo joelho se dobre e toda língua confesse que Jesus Cristo é SENHOR (veja Rm 14.11).

Conheçamos e prossigamos em conhecer o SENHOR: como a alva, será a sua saída; e ele a nós virá como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra. Oseias 6.3

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Bispo Ribeiro Paiva

“O Cântico Do Pastor”

Deus, o pastor.

Davi passou os anos de sua mocidade levando rebanhos a pastos mais verdes e protegendo-os do perigo. Para Davi, usar a ilustração do pastor de ovelhas era algo perfeitamente natural. “O SENHOR é meu pastor” (Sl 23.1) foi à forma que Davi encontrou para dizer que “o SENHOR me dá o que preciso e me livra de todos os perigos”.

Ao escrever “O SENHOR é”, Davi se refere ao Deus que era. Que é e que sempre será. Ao depararmos com as dificuldades da vida, precisamos saber que “Deus é”. Quando vem o câncer, ele é Jehovah Rapha, aquele que cura.

Quando a preocupação nos consome, ele é Jehovah Shalom, o pacificador. Quando Satanás nos ataca com falsas acusações, ele é Jehovah-Nissi, o guerreiro espiritual.

O pastor anda com as ovelhas

Ao contrário dos deuses filisteus de madeira, pedra ou ferro, Davi descreve Deus coo um Salvador pessoal ao chama-lo de “meu pastor” (Sl 23. 1). Ao contrario de objetos frios e sem vida, o pastor anda pelo campo com as ovelhas, cuidando de todas as suas necessidades. Davi aprendeu que, independente das circunstâncias, nada lhe faltaria ( Sl 23. 1).

Quando o leão rugiu contra Davi, Deus o protegeu. Quando o urso veio devorar Davi, Deus foi seu escudo. Quando Golias riu do rapaz e de suas pedras, Deus deu poder ao jovem. Em todas as dificuldades, Deus nos ajuda a encontrar descanso e refrigério, levando-nos aos “verdes pastos” e às “águas tranquilas”    ( Sl 23. 2).

Quando nos desviamos, Deus nos puxa de volta para o rebanho, dando-nos outra chance de nos relacionarmos com ele (v. 3). Não há nada que façamos que seja difícil demais para Deus perdoar (1Jo 1.9).

O pastor protege

Davi não tinha medo de caminhar “pelo vale da sombra da morte” (Sl 23. 4). Ele sabia que Deus estaria com ele e o protegeria. “Unges a minha cabeça com óleo” (Sl 23.5) pode se referir à unção de Davi, mas provavelmente se refere ao óleo que os pastores usavam para colocar sobre os arranhões e ferimentos que os animais sofriam nas rochas e nos espinhos do campo.

O óleo afastava os parasitas e as infecções. Quando nos vemos arranhados e feridos, podemos deixar Jesus nos ungir com o seu óleo para nos proteger.

O pastor é eterno

Davi tinha certeza que a bondade e a misericórdia de Deus o seguiriam “todos os dias da minha vida” (Sl 23. 6). Jesus também usou a analogia do pastor, quando disse: “Eu sou o bom Pastor; o bom Pastor dá a sua vida pelas ovelhas.” (Jo 10.11).

Precisamos fazer a seguinte pergunta a nós mesmos: “Eu conheço o bom pastor e sou conhecido por ele?” (veja Jo 10.14-15). Podemos ter a mesma confiança de Davi, sabendo que passaremos toda a eternidade no céu vivendo em verdes pastos, com o bom Pastor cuidando de cada uma de nossas necessidades.

Conheçamos e prossigamos em conhecer o SENHOR: como a alva, será a sua saída; e ele a nós virá como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra. Oseias 6. 3

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Bispo Ribeiro Paiva

“Os Céus Manifestam A Glória De Deus”

Esteja aberto à presença de Deus

Você já fitou os céus e sentiu a presença de Deus? Já varreu os céus com os olhos, vendo as estrelas brilhando sobre o oceano como milhares de diamantes colocados sobre o veludo negro do infinito dossel divino?

Durante uma tempestade, Start Hine, enquanto caminhava por uma floresta observando o poder e a majestade de Deus ao seu redor, teve a inspiração para escrever o hino “Grandioso és tu”.

A criação apresenta evidências

Muito antes de o evangelho ser escrito nas páginas da Bíblia, ele já estava escrito no céu pontuado de estrelas e iluminado pelo Sol resplandecente e pela suave luz da Lua. O poder, a presença e a personalidade de Deus são evidentes em toda sua criação.

“Os céus manifestam a glória de Deus” (Sl 19.1) a toda pessoa, a toda hora, mesmo para aqueles que nunca abriram a Bíblia ou ouviram um pregador. “Disseram os néscios no seu coração: Não há Deus.” (Sl 14.1), apesar de a criação afirmar que todo aquele que vê o céu pode conhecer a Deus.

Paulo escreveu: “Porque as suas coisas invisíveis, desde a criação do mundo, tanto o seu eterno poder como a sua divindade, se entendem e claramente se veem pelas coisas que estão criadas, para que eles fiquem inescusáveis” (Rm 1.20).

Deus nos altos céus

Os “céus” estão no plural porque sabemos que existem três. Um deles é o céu que vemos com nossos olhos. O segundo é o céu onde Satanás tem seu trono. Ele estava lá falando com Deus sobre Jó (Jó 1).

Paulo também disse que nós lutamos “contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais,” (Ef 6.12). O terceiro céu é onde Deus tem seu trono. A partir dali, ele olha para baixo, em direção a Satanás, lembrando-o de que o seu tempo está acabando e que, em breve, ele será jogado no lago (Ap 20.10-15).

Na Bíblia, vemos Deus usando sua criação para ensinar e para explicar. Ele disse a Abraão para olhar para os céus e contar as estrelas, se pudesse. As estrelas representam os descendentes da promessa (Gn 22.17).

A lua e o sol testemunham a fidelidade de Deus ao concerto feito com Israel (Sl 89.34-37). Deus guiou os sábios do Oriente até Jesus através de uma estrela (Mt 2.2). Deus usa as estrelas para declarar a glória que ele dá aos sábios (Dn 12.3).

O SENHOR usará o Sol, a Lua e as estrelas para anunciar a segunda vinda de Cristo, e, por causa de suas promessas, eu sigo “a resplandecente Estrela da manhã.” (Ap 22.16).

“Grandioso és tu”

Ao olharmos para o céu, que possamos cantar: “Senhor meu Deus, quando eu, maravilhado, os grandes feitos vejo da tua mão, estrelas, mundos e trovões rolando, a proclamar teu nome na amplidão, então minha alma canta a ti, Senhor: grandioso és tu, grandioso és tu!”

Conheçamos e prossigamos em conhecer o SENHOR: como a alva, será a sua saída; e ele a nós virá como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra. Oseias 6. 3

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Bispo Ribeiro Paiva

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

“Dormindo Nos Braços De Deus”

Você já teve problemas para dormir? As pressões do trabalho, a família ou os problemas financeiros já lhe tiraram o sono alguma vez? Davi enfrentou uma grande pressão e ainda assim teve uma calma noite de sono nos braços de Deus.

Absalão e suas forças estavam em forte perseguição a Davi, desejado mata-lo. Na verdade, eles haviam acampado em volta da caverna onde Davi e seus amigos estavam.

“Ouve-me quando eu clamo”

De dentro da caverna, Davi pede a Deus que ouça suas súplicas e tenha misericórdia, como já o fizera antes. Confiando em Deus, Davi pergunta até quando seus inimigos zombariam dele e imaginariam poder destruí-lo. Davi lembra a Absalão que Deus o havia ungido e que o SENHOR separa para si aquele que lhe é querido (Sl 4.3).

Numa caverna úmida e fria, cercados por soldados e ouvindo Davi compor uma nova canção, os amigos próximos de Davi se perguntam se estariam seguindo o homem certo (v. 6). O que eles gostariam de ver naquele momento não é uma espera em Deus, mas uma vitória imediata. Enquanto eles se lamentam, Davi escreve cânticos de louvor ao SENHOR.

Nada Além De Alegria

Os pensamentos de Davi se dirigem para a festa anual das colheitas, uma época em que os celeiros ficavam cheios de grãos e os toneis transbordavam de vinho. Ele havia perdido um palácio e as suas riquezas. Naquele momento, ele não era nada. Apesar disso, a alegria de Davi era tremenda.

Com lágrimas correndo por sua face, ele canta: “Puseste alegria no meu coração, mais do que no tempo em que se multiplicaram o seu trigo e o seu vinho.” Davi tinha sua alegria em Deus, não nos bens.

Em todas as suas aventuras e mesmo recordando os dias de fartura, não havia nada mais desejado por Davi que o seu relacionamento para com Deus. Este relacionamento lhe dava paz. “Em paz também me deitarei e dormirei, porque só tu, SENHOR, me fazes habitar em seguranças.” (v. 8).

Embora as forças de Absalão estivessem ao redor, Davi tinha exatamente o necessário para mantê-lo em segurança. Nenhuma flecha poderia atingi-lo. Nenhuma espada lhe faria dano. Nenhum exército o conquistaria. Ele tinha Deus. Ele tinha paz, perfeita paz, a paz “que excede todo o entendimento” (Fp 4.7).

Firme Nas Promessas Do Senhor

Se você perdesse seu palácio, qual seria sua reação? Você choraria e gritaria, ou escreveria um hino de louvor a Deus? Diante dos vários problemas da vida, você consegue dormir nos braços do SENHOR? Em primeiro lugar, você precisa ser salvo e, depois, tal como Davi, viver uma vida consagrada e santificada.

Quando você é salvo, sua vida muda. Aquilo que você ama muda. Aquilo que você ama fazer também muda. O seu comportamento muda.  As suas atitudes muda. As suas escolhas muda. A santificação faz com que você ame as coisas que anteriormente odiava e odeie as coisas que amava. Por quê?

Porque você é separado para Deus. Você está na família de Deus. Você é salvo e santificado. “Falai com o vosso coração sobre a vossa cama e calai-vos.” (v. 4). Uma consciência limpa, um correto relacionamento com o Salvador, traz um sono tranquilo. Nenhum travesseiro é tão macio quanto às promessas do Salvador; nenhum coberto tão acolhedor quanto sua presença.

Conheçamos e prossigamos em conhecer o SENHOR: como a alva, será a sua saída; e ele a nós virá como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra. Oseias 6.3

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Bispo Ribeiro Paiva

“Ajuda Externa”

Você já notou que a verdadeira amizade pode ser medita tanto por palavras quanto pelo silêncio? Um amigo verdadeiro sabe o momento de falar e o de ficar calado. Como já foram destacados, os amigos de Jó mostraram genuína sabedoria durante os sete dias de silêncio quando vieram compartilhar a dor de Jó. Mas, depois que começaram a falar, não conseguia mais parar.

Muito do que eles disseram era óbvio. Algumas coisas eram até verdadeiras. Quanto ao tema do sofrimento, eles estavam na escuridão tanto quanto Jó. Quando Deus finalmente falou (veja Jó 38.1 – 41.34). Ele silenciou a todos.

“Confie em Deus”

Dos quatro amigos que vieram falar com Jó, Eliú foi o que mais se aproximou da verdade. Ele encorajou Jó a olhar para além das circunstâncias e confiar no SENHOR. Não sabemos qual foi à resposta de Jó a Eliú, pois Deus falou logo depois deste jovem.

Devemos dedicar atenção especial às palavras de Eliú, porque somente ele escapou da reprovação de Deus. Deus mandou os outros três se arrependerem e pedirem desculpas a Jó (42.7-11).

A avalanche de acusações de seus amigos havia colocado Jó num beco sem saída. Com delicadeza. Eliú mostra a Jó que ele havia enfatizado demais sua própria justificação (Jó 33.7-8). Ele retorna os clamores de Jó sobre sua virtude pessoal (Jó 33.9) e suas reclamações quanto à injustiça d Deus (Jó 33.10-11).

Mas, então, Eliú lembra ao seu amigo mais velho que o relacionamento de Deus com homens e mulheres não é mecânico (Jó 33.12-18). Nós adoramos, obedecemos, amamos e conhecemos Deus – até certo ponto. Porém, sempre está acima de nossa plena compreensão. (Os 6.3). Eliú coloca a coisa de uma maneira simples: “maior é Deus do que o homem” (Jó 33.12).

Depois de desafiar Jó com brandura, Eliú caminha para o ponto principal. Se um mensageiro nos apresentasse a Deus (Jó 33.23), ele não o faria com objetivo de nos dar oportunidade de nos justificar diante dele. Quanto mais olhamos para nós mesmos, maior é a possibilidade de oferecer a Deus apenas desculpas e explicações.

Quanto mais olhamos para a glória de Deus e sua justiça perfeita, mais inclinados estaremos a cair de joelhos em profundo e silencioso arrependimento. Foi exatamente isso que aconteceu no final da história de Jó: “Eis que sou vil; que te responderia eu? A minha mão ponho na minha boca”. (Jó 40.4).

“Salve-me!”

Eliú deu ao “mensageiro” outros nomes: “intercessor”, “resgate”, alguém capaz de “redimir” (Jó 33.23-24). Eliú não estava descrevendo o seu próprio papel na situação de Jó. Ele estava trazendo a atenção de Jó de volta para Deus. Em seu caminho para a “cova” (Jó 33.22), as pessoas precisam de algo mais do que palavras: elas precisam de alguém que as possa resgatar.

Reconhecer que somos injustos não nos salva. Simplesmente nos prepara para aceitar ou rejeitar a oferta de salvação de Deus. Admitir nosso pecado é um passo importante em direção à salvação, mas não chegamos lá até que aceitamos o resgate: Jesus. Ele é o “um entre milhares” (Jó 33.23), o único que nos mostra e nos concede a justiça de Deus (Jó 33.26).

Conheçamos e prossigamos em conhecer o SENHOR: como a alva, será a sua saída; e ele a nós virá como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra. Oseias 6.3

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 Bispo Ribeiro Paiva

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

“Olhe Para Além Desta Vida”

Para muitos de nós, a de estar do lado de fora do círculo de amigos de Jó já representa o mais perto que queremos estar do que ele passou. Ficamos assombrados com uma pergunta que é simples e, ao mesmo tempo, nos é familiar: como este homem continuou seguindo em frente quando parecia não haver razão para isso?

Esperança de vida ou de morte

Pouco de nós experimentam a abundância de Jó antes do teste de satanás ou de suas enormes perdas. Precisamos basear nosso pensamento numa escala menor. Como suportamos as dificuldades do dia-a-dia? De que modo às tragédias que enfrentamos afetam a nossa confiança em Deus?

Quando a vida fica difícil, o que fazemos? Felizmente, não precisamos ver as perdas tão perto quanto Jó para aprender com ele uma lição sem preço. Quando tudo o que Jó possuía se perdeu, ele manteve sua esperança, pois ela não dependia de suas posses, de seus amigos ou de sua família. Ao invés disso, ele confiava em Deus. Ele é o único lugar em que nossa fé pode descansar segura.

Para Jó, a esperança não dependia de ter suas posses ou sua família de volta. Ele não barganha com Deus, dizendo: “vou confiar em ti se tu fizeres minha vida melhorar”. A vida de Jó é uma clara ilustração da verdade que Paulo expressou: coisa alguma “nos poderá separar do amor de Deus, que está em cristo Jesus, nosso SENHOR!” (Rm 8.39).

No meio das circunstâncias adversas, Jó exclama que ainda sabe duas coisas: “eu sei que o meu Redentor vive” (Jó 19.25) e “verei a Deus” (Jó 19.26). Jó não se relacionou com Deus como se fosse uma ideia ou alguma força vital etérea. Deus era o Redentor vivo.

Uma visão da ressurreição

Convencido de que Deus vive, Jó anseia vê-lo. As duas expressões de Jó 19.26, “consumida a minha pele” e “em minha carne”, se combinam para expressar a consciência de Jó de que as fundações da existência estão no Deus vivo. Apesar de vistas como que através de um denso nevoeiro, estas fundações dão sentido à trágica contradição da vida atual.

Armados com este conhecimento, temos uma ideia da importância do ensino bíblico sobre a ressurreição, tanto a de Cristo quanto a nossa. Por causa da gravidade do sofrimento de Jó, hesitamos em nos colocar em seu lugar.

Mas, na verdade, já estamos lá, do modo que mais importa. Fazemos parte dessa temporária vida física do mesmo modo que ele. Quer nos assemelhemos muito ou pouco com Jó, precisamos do mesmo Redentor que ele conhecia.

Quando conhecemos o Salvador, nossa visão sobre a vida e a morte muda. Nosso Redentor vive em nós agora. Embora não possamos ver muita coisa além da morte, sabemos que Jesus está lá. Seja como for, é o suficiente.

Conheçamos e prossigamos em conhecer o SENHOR: como a alva, será a sua saída; e ele a nós virá como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra. Oseias 6.3

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 Bispo Ribeiro Paiva

“Recomeço”

Às duvidas toma forma em nossa vida, e as dificuldades que vem sobre nós, me faz pensar, porque tudo isso, será o reflexo das minhas escolhas que causou tantos danos na minha vida e da minha família.

Será que é possível reverter à situação, será que terei força o suficiente para suportar, será que Deus está disposto a ajudar uma pessoa ingrata como eu. Será que é possível recuperar tudo que perdi. (Jó 42.10).

Sim Deus tem sempre uma resposta favorável a todas as situações adversas que sobrevém a todos os seres viventes, umas pelas escolhas erradas outras é fruto destas escolhas. Mas, As misericórdias do SENHOR são a causa de não sermos consumidos; porque as suas misericórdias não têm fim. Lamentações 3.22

E Jesus disse-lhe: Se tu podes crer; tudo é possível ao que crê. (Mc 9.23) De sorte que a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus. (Rm 10.17).

Você precisa experimentar a fé sobrenatural de Deus, a fé é fundamental para sobressai diante das dificuldades, você tem ideia de uma pessoa está sofrendo há 12 anos, depois de ter gastado tudo e nada resolveu a sua situação, continuava doente. (Mt 9.20-22).

Rejeitada por todos, e a sua enfermidade a isolava da sociedade, sabe o que é perder todos os seus amigos, as pessoas mudava de calçada ao perceber, ela vindo, todos virava o rosto para ela.

Quantas portas ela bateu e continuou fechada, sem nenhum recurso, é desprezada por todos, pode ser que você esteja vivendo coisa semelhante, mas os noticiários anunciava que havia um homem que tinha poder sobrenatural andando por aquela região.

Ela já estava acostumada a receber não como resposta, o que ela tinha a perder, então ela tinha que achar um meio de conseguir entrar no meio da multidão sem que as pessoas percebessem, pois ela era impura e não podia tocar nas pessoas.

Persistência ela não podia perder esta chance, quantas dificuldades ela tinha, nem forças para vencer esse desafio, mas tenho que resistir, acreditar é o que ela precisa se tão somente tocar na orla do seu vestido ficarei sã.

Nesta ora a fé é fundamental ela está preste a tocar na orla dos vestidos do mestre, Ora, sem fé é impossível agradar-lhe, porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que é galardoador dos que o buscam. (Hb 11:6).

No dia de hoje não é diferente, você pode tocar pela fé, as circunstância é diferente, antes Jesus ainda não tinha sido glorificado, hoje está à destra de Deus.   Mt 7.7  Pedi, e dar-se-vos-á; buscai e encontrareis; batei, e abrir-se-vos-á. (Lc 11.9; Jo 16.24).

Doze anos de sofrimentos estava agora tão perto do fim, mas ela precisava tocar no Mestre, isso era muito difícil, pois ninguém poderia ver ela no meio da multidão, se as pessoas a visse, eles não ia permitir, pois ela era impura, o interessante que pela sua fé ela se tornou invisível aos olhos humanos.

Qual é grau de dificuldade que você tem em tocar no Mestre, a fé quebra todas as barreiras e o  impossível  o torna possível, a fé é o meio de transporte mais rápido já existente, ela te aproxima do infinito, e muda o curso da vida e trás esperança novamente. Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam e a prova das coisas que se não veem. Hebreus 11:1

Naquele momento ela toca na orla das vestes do mestre, acredito que ela veio por baixo de todos, como se arrastando para tocar na orla, quem sabe hoje você também possa descer na humilhação e se prostrar diante do Mestre e dizer o quanto você é impotente, e demonstrar o quanto você precisa de ajuda.

Naquela mesma ora o milagre aconteceu, e Jesus indagou a todos quem é que me tocou, muitas pessoas esbarravam no Mestre, isso era normal. Mais o sobrenatural aconteceu naquela hora, saiu virtude do Senhor e aquela mulher alcançou o milagre.

Quem sabe hoje você através da fé sobrenatural de Deus possa alcançar o milagre tão almejado na sua vida, pois o Senhor prometeu não te deixarei nem te desampararei. (Js 1.5; Jo 14.18). E Jesus possa te dizer hoje: A tua fé te salvou; vai-te em paz. (Lc 7.50).

De sorte que a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus. (Rm 10.17)

Conheçamos e prossigamos em conhecer o SENHOR: como a alva, será a sua saída; e ele a nós virá como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra. Oseias 6.3

É servindo uns aos outros é que nos tornamos livres. www.harmoniacrista.org


 Bispo Ribeiro Paiva

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

“Rejeitado Por Deus”

Era, porém, Eli já muito velho e ouvia tudo quanto seus filhos faziam a todo o Israel e de como se deitavam com as mulheres que em bandos se ajuntavam à porta da tenda da congregação. (1 Sm 2.2-36).

E disse-lhes: Por que fazeis tais coisas? Porque ouço de todo este povo os vossos malefícios. Não, filhos meus, porque não é boa fama esta que ouço; fazeis transgredir o povo do SENHOR.

Pecando homem contra homem, os juízes o julgarão; pecando, porém, o homem contra o SENHOR, quem rogará por ele? Mas não ouviram a voz de seu pai, porque o SENHOR os queria matar.

Mesmo depois do Senhor os avisar eles continuaram pecando, mesmo sendo filhos do sacerdote Eli, isso não os beneficiou diante de Deus.

E o jovem Samuel ia crescendo e fazia-se agradável, assim para com o SENHOR como também para com os homens. E veio um homem de Deus a Eli e disse-lhe: Assim diz o SENHOR: Não me manifestei, na verdade, à casa de teu pai, estando os israelitas ainda no Egito, na casa de Faraó?

E eu o escolhi dentre todas as tribos de Israel para sacerdote, para oferecer sobre o meu altar, para acender o incenso e para trazer o éfode perante mim; e dei à casa de teu pai todas as ofertas queimadas dos filhos de Israel.

O perigo ronda a vida dos pastores desonesto e desobediente e toda a sua casa, pode estar certo que os olhos do Senhor estão sobre todos.

Por que dais coices contra o sacrifício e contra a minha oferta de manjares, que ordenei na minha morada, e honras a teus filhos mais do que a mim, para vos engordardes do principal de todas as ofertas do meu povo de Israel?

Deus se arrependeu de ter feito uma promessa a Eli, Eli era juiz em israel e sacerdote, e a promessa que eles sempre estaria diante do povo e a sua decendência.

Portanto, diz o SENHOR, Deus de Israel: Na verdade, tinha dito eu que a tua casa e a casa de teu pai andariam diante de mim perpetuamente; porém, agora, diz o SENHOR: Longe de mim tal coisa, porque aos que me honram honrarei, porém os que me desprezam serão envilecidos.

Eis que vêm dias em que cortarei o teu braço e o braço da casa de teu pai, para que não haja mais velho algum em tua casa. E verás o aperto da morada de Deus, em lugar de todo o bem que houvera de fazer a Israel; nem haverá por todos os dias velho algum em tua casa.

O homem, porém, que eu te não desarraigar do meu altar será para te consumir os olhos e para te entristecer a alma; e toda a multidão da tua casa morrerá quando chegar à idade varonil.

E isto te será por sinal, a saber, o que sobrevirá a teus dois filhos, a Hofni e a Finéias: que ambos morrerão no mesmo dia.

E eu suscitarei para mim um sacerdote fiel, que procederá segundo o meu coração e a minha alma, e eu lhe edificarei uma casa firme, e andará sempre diante do meu ungido.

Samuel é escolhido e o que sobrou da casa de Eli, agora se dobrará diante de Samuel. O restante da decendência de Eli, ficaram em miséria.

E será que todo aquele que ficar de resto da tua casa virá a inclinar-se diante dele, por uma moeda de prata e por um bocado de pão, e dirá: Rogo-te que me admitas a algum ministério sacerdotal, para que possa comer um pedaço de pão.

O pecado e a desonestidade da casa de Eli, levaram eles a morte e a miseria. Pense nisso e seja um sacerdote honesto diante de Deus.
A desgraça da rejeição, ser rejeitado pelos homens, existirá uma saída, mais ser rejeitado por Deus é se perder para sempre.


Bispo Ribeiro Paiva

domingo, 18 de dezembro de 2016

“Vivifica-Me”

A alegria da salvação

A salvação nos transforma. Nosso novo relacionamento com Deus nos dá energia. Amamos orar, ler a Bíblia, adorar, Ganhamos uma nova perspectiva sobre nossa situação no trabalho e no lar.

Servir aos outros é uma alegria! Vivemos a vida sob una nova luz. Gostamos de nos dedicar a Deus. Estamos na família de Deus, prontos para servir com determinação.

Então, alguma coisa acontece. Os problemas da vida se infiltram em nossa comunhão com Deus. Lutamos para separar tempo para a oração. A adoração se torna entediante. Amigos cristãos nos desapontam.

Ficamos desencorajados. Precisamos de reavivamento para voltar aos trilhos.

“Vivifica-me, ó Senhor”

Davi precisava de reavivamento. Seus inimigos o perseguiam, e ele estava se escondendo. Ele clamava pela ajuda de Deus (Sl 143.1). “Pelo que o meu espirito se angustia em mim; e o meu coração em mim está desolado.” (v. 4).

Ele estava dominado pela tragédia e pela dor. Naquele tempo, Davi tinha saudade do passado – não das festas do palácio, mas do tempo em que ele tinha um rico e profundo relacionamento com Deus (vs 5-6).

Davi certamente estava vivo para o SENHOR, pois tinha sede dele. Se não tivermos sede de Deus, então estamos mortos. Se estamos mortos, não podemos louvar a Deus nem produzir frutos para o seu Reino.

Davi pediu ao SENHOR que respondesse rapidamente, implorando que o livrasse de seus inimigos e o ensinasse como faze a vontade do SENHOR (vs 7-10).

Para encerrar a sua oração, ele clama: “Vivifica-me, ó SENHOR, por amor do teu nome” (v. 11). Davi queria reavivamento porque precisava ter o seu relacionamento com Deus restaurado a uma condição plena e cheia do Espírito.

Ore pelo avivamento

Como Davi, é possível que pensemos nos dias de reavivamento do passado. Os Estados Unidos da America atravessaram diversos momentos assim. Homens como Jonathan Edwards, D.L. Moody e Billy Sunday lideram grandes reavivamentos que permitiram que o Espírito Santo trabalhasse por todos os cantos do país.

Para grandes avivamentos pessoais, os crentes precisam clamar a Deus como Davi o fez. Precisamos de crentes compromissados a procurar a direção de Deus através do estudo da Bíblia e das orações. Precisamos de crentes que sejam sal e luz em seus empregos e escolas, em suas vizinhanças e lares.

Deus vai honrar tais orações e mudar a nossa bação, uma pessoa, uma igreja, uma cidade de cada vez.

Louvamos-te ó Deus pelo dom de Jesus que por nós pecadores foi morto na cruz Aleluia, toda glória te rendemos sem fim aleluia, tua graça imploramos, amém
Ó vem nos encher de celeste fervor e faze-nos fruir teu afável amor aleluia, toda glória te rendemos sem fim aleluia, tua graça imploramos, amém.
Conheçamos e prossigamos em conhecer o SENHOR: como a alva, será a sua saída; e ele a nós virá como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra. Oseias 6.3
É servindo uns aos outros é que nos tornamos livres. www.harmoniacrista.org

 Bispo Ribeiro Paiva

“Guarde As Penas”

Não há como trazer palavras de volta
Certa vez um membro de uma igreja, conhecido por fazer fofocas e dizer meias verdades, foi ao sacerdote e pediu ajuda. – quero me retratar – disse ele. – quero reparar todas as coisas ruins que disse e fazer as pazes com Deus e com meus vizinhos, além de pedir perdão por tudo o que disse.
O sacerdote pediu que o homem o encontrasse no jardim da igreja. Enquanto isso foi até seu escritório e pegou um travesseiro de penas. Colocou-se diante do homem e abriu o travesseiro, deixando que todas as penas voassem pelo jardim. O sacerdote instruiu o homem para que recolhesse todas as penas.
Depois de horas de tentativas infrutíferas, o homem retornou ao sacerdote, o qual, então, disse: - depois que as palavras saem da boca, é como penas voando ao vento. Não importam as suas boas intenções em recolher de volta todas as palavras ferinas que foram ditas, pois isso simplesmente não pode ser feito.
“Põe uma guarda”
Davi disse ao SENHOR: “Põe, ó SENHOR, uma guarda à minha boca; guarda a porta dos meus lábios.” (Sl 141.3). Davi estava pedindo ajuda a Deus para controlar as palavras que saiam de sua boca “para não delinquir com a minha língua”. Ele também prometeu: “enfrearei a minha boca” (Sl 139.1).
O teste de validade de toda conversa é: as palavras que estão sendo ditas são realmente verdadeiras? Elas são necessárias? São gentis? Elas glorificam a Deus? (Fp 4.8).
Se sua conversa não está de acordo com este critério, então é preciso mudar as palavras. A mudança está totalmente sob o nosso controle, pois a boca somente fala às palavras que o nosso cérebro permite que sejam ditas.
As palavras têm poder
Há poder nas palavras ditas. “A morte e a vida estão no poder da língua; e aquele que a ama comerá do seu fruto”. (Pv 18.21). Ao justapor duas alternativas extremas – vida e morte – as Escrituras nos dizem qual efeito podemos causar aos outros.
Através de palavras difamatórias, podemos destruir todo o bem que uma pessoa tenha feito – ou soprar nova vida em outra pessoa através de palavras de esperança e encorajamento.
A mais poderosa responsabilidade da boca é responder ao chamado da salvação. A salvação é para todos? Não, ela é apenas para aqueles que confessam com a boca que Jesus é SENHOR e com o coração creem que Deus o ressuscitou dos mortos (Rm 10.9).
A expressão “se disser” está registrada em diversas passagens bíblicas, porque aquilo que dizemos controla o nosso destino físico, espiritual e eternamente. Ao levantar pela manhã, você diz “este é o dia que fez o SENHOR; regozijemo-nos e alegremo-nos nele”, ou “Que coisa! Mais um dia de trabalho – que droga!”?
A Bíblia cita muitas das doenças da língua: falar demais (Pv 10.19), palavras ociosas (Mt 12.36), mentira (Ap 21.8) e falsos elogios (Pv 29.5).
Nossas palavras voltarão a nós
Deus cobrará de nós a responsabilidade por todas as palavras no dia do juízo. “mas eu vos digo que de toda palavra ociosa que os homens disserem hão de dar conta no dia do juízo. Porque por tuas palavras serás justificado e por tuas palavras serás condenado.” (Mt 12.36-37).
Tal quais penas ao vento, nossas palavras não podem ser recolhidas de volta depois de terem saído de nossa boca. Precisamos colocar guarda em nossa boca.
Conheçamos e prossigamos em conhecer o SENHOR: como a alva, será a sua saída; e ele a nós virá como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra. Oseias 6.3
É servindo uns aos outros é que nos tornamos livres. www.harmoniacrista.org

 Bispo Ribeiro Paiva

“A Opção É Crer”

Há muito tempo, uma jovem estava apreciando sua primeira viagem transatlântica. Durante o cruzeiro, ela sempre jantava numa mesa da qual podia ver um jovem atraente, o qual havia notado desde a primeira noite.
 Ele estava lisonjeado pela óbvia atenção que a moça lhe dedicava e tomou coragem para se aproximar dela. “Com licença”, disse ele. “Pode ser minha imaginação, mas tenho a sensação de que a senhorita estava olhando em minha direção. Há algo errado?”
Ela Corou de tanta vergonha que sentia naquele momento, e disse acanhadamente: “Oh, não. É que não posso deixar de notar o quanto o senhor se parece com meu primeiro marido”.
O jovem ficou chocado, que deixou escapar a pergunta: “Quantas vezes a senhorita se casou?” Ela deu um sorriso maroto e disse: “Oh, eu não me casei. Ainda.”
Optando por agir
Ali estava uma moça que agia pela fé. Quando a Bíblia desafia homens e mulheres a crerem em Jesus Cristo como seu Salvador pessoal, ela está apelando para a fé que satisfaz o intelecto, as emoções e a vontade.
Para que a fé seja completa, ela precisa optar e agir de acordo com aquela escolha. Pense no nosso barco do amor. Ela observou e aprendeu sobre o rapaz e, quando a situação foi propícia, ela optou por agir.
Se devo exercitar a fé em Jesus como meu Salvador do pecado, meu intelecto deve crer nos fatos do evangelho, minhas emoções precisam reagir com amor e gratidão, e minha vontade precisa fazer a opção de receber e dom da vida eterna oferecida por Deus Pai (Jo 3.16).
As atividades de nossa vontade podem ser vista como decisão, acatamento e reação. Decisão é a ação da vontade em resposta às informações reunidas e avaliadas pela mente.
Quando Elias estava frustrado pelo fato de os israelitas terem vacilado entre adorar o SENHOR ou Baal, ele lhes disse: “Até quando coxeareis entre dois pensamentos? Se o SENHOR é Deus, segui-o; e, se Baal, segui-o.” (1Rs 18.21).
Então o profeta deu ao povo a demonstração do poder de Deus e da impotência de Baal. Eles se decidiram por Deus.
Um ato da vontade
Acatamento e reação é o lado passivo e ativo da decisão de confiar em Jesus como Salvador. Deus tem oferecido continuamente o dom do perdão dos pecados e da vida eterna desde a morte de Jesus.
Quando decido que o evangelho é verdadeiro e que quero participar de seus benefícios, há um sentimento em favor da remoção de barreiras e de deixar que Deus me conceda o dom da vida eterna (Jo 1.9-12).
Minha vontade não apenas recebe o dom de Deus naquele momento de fé, mas reage a este dom. minha vontade responde imediatamente com gratidão (2Co 9.15).
Minha vontade responde progressivamente com boas obras (Js 24.15). Por fim, a fé que começa em minha mente e em meu coração se expressa nas ações de minha vontade.
Conheçamos e prossigamos em conhecer o SENHOR: como a alva, será a sua saída; e ele a nós virá como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra. Oseias 6.3
É servindo uns aos outros é que nos tornamos livres. www.harmoniacrista.org

 Bispo Ribeiro Paiva

“A Opção É Crer”

Há muito tempo, uma jovem estava apreciando sua primeira viagem transatlântica. Durante o cruzeiro, ela sempre jantava numa mesa da qual podia ver um jovem atraente, o qual havia notado desde a primeira noite.
 Ele estava lisonjeado pela óbvia atenção que a moça lhe dedicava e tomou coragem para se aproximar dela. “Com licença”, disse ele. “Pode ser minha imaginação, mas tenho a sensação de que a senhorita estava olhando em minha direção. Há algo errado?”
Ela Corou de tanta vergonha que sentia naquele momento, e disse acanhadamente: “Oh, não. É que não posso deixar de notar o quanto o senhor se parece com meu primeiro marido”.
O jovem ficou chocado, que deixou escapar a pergunta: “Quantas vezes a senhorita se casou?” Ela deu um sorriso maroto e disse: “Oh, eu não me casei. Ainda.”
Optando por agir
Ali estava uma moça que agia pela fé. Quando a Bíblia desafia homens e mulheres a crerem em Jesus Cristo como seu Salvador pessoal, ela está apelando para a fé que satisfaz o intelecto, as emoções e a vontade.
Para que a fé seja completa, ela precisa optar e agir de acordo com aquela escolha. Pense no nosso barco do amor. Ela observou e aprendeu sobre o rapaz e, quando a situação foi propícia, ela optou por agir.
Se devo exercitar a fé em Jesus como meu Salvador do pecado, meu intelecto deve crer nos fatos do evangelho, minhas emoções precisam reagir com amor e gratidão, e minha vontade precisa fazer a opção de receber e dom da vida eterna oferecida por Deus Pai (Jo 3.16).
As atividades de nossa vontade podem ser vista como decisão, acatamento e reação. Decisão é a ação da vontade em resposta às informações reunidas e avaliadas pela mente.
Quando Elias estava frustrado pelo fato de os israelitas terem vacilado entre adorar o SENHOR ou Baal, ele lhes disse: “Até quando coxeareis entre dois pensamentos? Se o SENHOR é Deus, segui-o; e, se Baal, segui-o.” (1Rs 18.21).
Então o profeta deu ao povo a demonstração do poder de Deus e da impotência de Baal. Eles se decidiram por Deus.
Um ato da vontade
Acatamento e reação é o lado passivo e ativo da decisão de confiar em Jesus como Salvador. Deus tem oferecido continuamente o dom do perdão dos pecados e da vida eterna desde a morte de Jesus.
Quando decido que o evangelho é verdadeiro e que quero participar de seus benefícios, há um sentimento em favor da remoção de barreiras e de deixar que Deus me conceda o dom da vida eterna (Jo 1.9-12).
Minha vontade não apenas recebe o dom de Deus naquele momento de fé, mas reage a este dom. minha vontade responde imediatamente com gratidão (2Co 9.15).
Minha vontade responde progressivamente com boas obras (Js 24.15). Por fim, a fé que começa em minha mente e em meu coração se expressa nas ações de minha vontade.
Conheçamos e prossigamos em conhecer o SENHOR: como a alva, será a sua saída; e ele a nós virá como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra. Oseias 6.3
É servindo uns aos outros é que nos tornamos livres. www.harmoniacrista.org

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