Cristãos
do mar Morto
No mar Morto de Israel, nada vive. As
águas frescas e claras do rio Jordão desembocam nele, mas nunca saem dele. A água
se torna estagnada, sem vida e sem utilidade.
Uma quantidade demasiada de cristãos
é como o mar Morto: absolvem todo o amor de nosso misericordioso Salvador, mas
nunca o distribuem. Fé sem obras é uma fé morta – estagnada, sem vida e sem
utilidade.
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uma avaliação
Eis aqui, bendizei ao SENHOR, todos
vós, servos do SENHOR...
Louvai o nome do SENHOR; louvai-o,
servos do SENHOR. (Sl 134.1; 135.1). Precisamos avaliar o nosso culto ao SENHOR
fazendo as seguintes perguntas:
Se todos
ofertassem como eu oferto, como seria a igreja?
Se todos
orassem como eu oro, como o Reino de Deus seria abençoado?
Se todos
fossem a igreja com a frequência que eu vou, como os crentes cresceriam espiritualmente?
Se todos servissem como eu sirvo,
como seria essa igreja?
Para alguns de nós, a resposta
apontaria para uma igreja estagnada, sem vida, sem amor e que não serviria
para nada.
A pessoa que vive apenas para si
morre do mesmo jeito: sozinha. É muito fácil ser egoísta se você não se dá com
a família ou com os amigos. Nosso discurso contém uma série de expressões egoístas:
Minha casa, meus sentimentos, meus
desejos, meu futuro, meus objetivos e minha igreja. A medida da grandeza de um
homem não está no número de servos que ele tem, mas na quantidade de pessoas a
quem ele serve (veja Mt 20.26-27; 23.11).
Nosso
Salvador É Um Servo
O servo Salvador nos deu inúmeros
exemplos sobre onde, o que, quando e por quê. Seu serviço o levou a Samaria
para ministrar aos socialmente excluídos. Seu serviço fez com que ele tocasse a
carne corrida de leprosos.
Seu serviço parou um cortejo fúnebre
para trazer de volta à vida o filho de uma viúva. O serviço pode ser feito a
qualquer hora e em qualquer lugar. Mas deve ser feito para a glória de Deus
diante dos homens, a fim de que eles “vejam as vossas boas obras e glorifiquem
o vosso Pai, que está nos céus.” (Mt 5.16).
Levantem-se,
servos de Deus!
Um crente sem serviço é uma árvore
sem frutos ou um poço sem água. Uma igreja sem serviço é uma concha vazia. A igreja
de hoje está obcecada em atrair as “pessoas certas”.
Mas todo aquele que está perdido ou
machucado é a pessoa certa. Qualquer um. A casa de Deus deveria ser a oficina
dos trabalhadores, ou o quartel-general do exército de guerreiros espirituais.
Nosso impacto no mundo seria grande
se todos os membros de nossas igrejas se dispusessem para, por algum tempo,
ajudar aos doentes, alcançar os perdidos, ministrar aos presos ou confortar os
necessitados.
Conheçamos e
prossigamos em conhecer o SENHOR: como a alva, será a sua saída; e ele a nós
virá como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra. Oseias 6.3
Bispo Ribeiro Paiva
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