Cantares 4:15 És a fonte dos jardins, poço das águas vivas, que correm do Líbano! Jó 14:7 Porque há esperança para a árvore, que, se for cortada, ainda se renovará, e não cessarão os seus renovos.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Segunda Chance




A viagem mais difícil que fazemos é aquela em que voltamos ao lugar onde cometemos erros.

Pedro está no barco sobre o lago. Mais uma vez, esteve pescando a noite toda. Mais uma ves, o mar nada lhe forneceu. Seus pensamentos são interrompidos por gritos que vêm da margem.

-pescou algum peixe? __ Pedro e João levantaram a cabeça. A voz era provavelmente de algum aldeão. __ Não responderam. – Tente do ouro lado! __ Eles lançam a rede, Pedro enrola a corda ao redor do punho e espera.

         Mas não precisa esperar muito. A corda começa a puxar e a rede está repleta de peixes. Pedro começa a recolher a rede; abaixa e levanta, abaixa e levanta. Está tão envolvido com a tarefa que não percebe a mensagem.

         O  mesmo não acontece com João. __ É o Senhor, Pedro. É o Senhor!
         Pedro se atira na água, nada até a praia e vai tropeçando, ensopado e tremendo, até encontrar-se com o amigo que ele traiu. Jesus havia preparado um braseiro de carvão. Ambos se lembraram da última vez que Pedro se aproximara do fogo. Pedro errara em relação a Deus, mas Deus viera ao seu encontro.
         Em um daqueles raros momentos da sua vida, Pedro não tinha o que dizer. Que palavras seriam suficientes? O momento é demasiadamente sagrado para palavras. Deus está oferecendo um alimento a um amigo que o traiu. E Pedro, mais uma vez encontrou a graça na Galiléia.
         Agora, o caso é entre você e Deus. Ambos sabem o que você fez. E nenhum dos dois sente orgulho disso. O que você faz?

         Talvez você considere a possibilidade de fazer o que Pedro fez. Permanecer na presença de Deus. Ficar sob o olhar de Deus. Ficar calado e esperar. Às vezes, isto é tudo que uma alma consegue fazer. Arrependida demais para falar, porém esperançosa demais para partir. Quando nos sentimos assim, ficamos simplesmente parados.
         Ficamosmaravilhados.

         Ele voltou.
         Ele o convida a tentar outra vez. Dessa vez, ao lado dEle.  
Leia João 21: 1-11
ü  Por que achar que existe algum estigma em admitir que erramos, quando sabemos que até os mais bem-sucedidos alguma vez já erraram em seu caminho?
ü  O que você imagina que Pedro deve ter sentido quando viu Jesus pela primeira vez depois de te-lo negado?
ü  Descreva uma ocasião em que, como pedro, você esteve muito preocupado ou entretido para reconhecer a presença de Deus ao seu lado?
ü  Por que você acha que Pedro tinha tanta pressa para ver jesus depois do eero que cometeu?
ü  O que nos impede de correr para jesus depois que erramos?

ü  Segundo a sua opinião, que medo em particular levou Pedro a negar anteriormente a Jesus?
ü  Que espécie de medo pode nos motivar a comprometer as nossas convicções?

ü  Que impacto esta experência deve ter causado no restante da vida de Pedro?

ü  Quais erros em sua vida seriam um bom motivo para fazê-lo entrar novamente na presença de Deus com maior consciência?
ü  A vida é feita de escolhas e decisões! Faça a sua hoje!


Unidade

A graça proclama três coisas.

Somente Deus pode perdoar a minha falta de espiritualidade.

Somente Deus pode julgar o meu proximo.
devo aceitar o que Deus aceita.
É mais fácil falar do que fazer.
         Deus nos admitiu em sua tripulação e nos colocou no seu barco. Este barco tem um objetivo __ levar-nos com segurança até a outra margem.

         Este não é um navio de cruzeiro; é um navio de guerra, de batalha. Não somos chamados para uma vida de lazer, mas para uma vida de serviço. Cada um de nós tem uma tarefa diferente. Alguns, preocupados com aqueles que estão se afogando, estão tirando pessoas da água. Outros estão ocupados com o nimigo, lançando os canhões da oração e da adoração. Outros se dedicam à tripulação, alimentando e treinado os seus membros.
         Embora diferentes, sob certos aspectos somos, iguais, cada um de nós pode contar sobre um encontro pessoal com o Capitão, pois cada um recebeu  um chamado pessoal. Ele nos encontrou nos barracos do porto e nos convidou para irmos com Ele...   
         Embora a batalha seja dura, o barco é seguro, porque o nosso Capitão é Deus. O barco não vai afundar, não existe preocupação quanto a isso.
         No entanto exist e a preocupsç~so da falta de harmonia entre a tripulação.
         A unidade gera a fé. A divisão promove a incredulidade. Quem quer embarcar em um barco com marinheiros que brigam o tempo todo? A vida no oceano pode ser difícil, mas pelo menos as ondas não nos insultam... Seria a unidade o segredo para conquistamos o mundo para Cristo?
Efésios 4: 2-6,31-32


ü  Relacione alguns pontos que causam tensão e desarmonia entre os crentes.

ü  Como o seu encontro pessoal com Deus modificou a maneira de você relacionar-se com as pessoas?
ü  Que tipo de desentendimento faz com que as pessoas desistam dos seus relacionamentos?
ü  Descreva, em temos praticos, o que significa para os crentes viver em unidade.

ü  Como receber a graça de Deus nos capacita a praticar a unidade e o amor cristão?
ü  Pro que amar os que estão proximos de nós é tantas vezes um desafio?
ü  O que as pessoas de fora da igreja podem aprender da maneira como os crentes convevem?
ü  Se somos o exercito de Cristo, o que a divisão das filas nos causa?

ü  Pense nisso!!!.
Max Lucado

Nenhum comentário:

Postar um comentário